domingo, 8 de março de 2026

Dia Internacional das Mulheres. Fim ao feminicídio. ✊🏿✊🏿✊🏿



No Brasil, mulheres negras sempre estiveram na linha de frente da resistência.  
Beatriz Nascimento nos ensinou que a memória é uma arma de luta.  
Lélia Gonzalez nos lembrou que não há democracia sem feminismo negro.  
Hoje, seguimos com vozes  como a de Neusa Santos Souza, que nos inspira a dizer: ser mulher negra no Brasil é resistir todos os dias.  
Mas resistir não basta. É preciso dizer basta. Basta de silenciamento. Basta de violência. Basta de feminicídio.  
Mais de 60% das vítimas de feminicídio no Brasil são mulheres negras. Isso não é coincidência. É racismo. É machismo.  
Neste Dia Internacional da Mulher, nós dizemos: chega!.  
Por todas que vieram antes. Por todas que virão.  
Mulheres negras vivas. Mulheres negras livres.

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Entrevista com Claudia Rankine: Preto no Branco




“Como é difícil para um corpo sentir a injustiça lançada ao outro.” – Claudia Rankine




Claudia Rankine (nascida na Jamaica em 1963) é uma renomada poeta, ensaísta e dramaturga afro-americana, conhecida por sua escrita inovadora que mistura poesia, prosa e ensaio para explorar o racismo, as tensões raciais e a experiência negra nos Estados Unidos, especialmente em sua obra-prima "Cidadã: Uma Lírica Americana". Ela é uma voz influente sobre raça e branquitude, recebendo o prestigiado MacArthur Fellowship em 2016. 

Foto do site Imagem Justa.