No Brasil, mulheres negras sempre estiveram na linha de frente da resistência.
Beatriz Nascimento nos ensinou que a memória é uma arma de luta.
Lélia Gonzalez nos lembrou que não há democracia sem feminismo negro.
Hoje, seguimos com vozes como a de Neusa Santos Souza, que nos inspira a dizer: ser mulher negra no Brasil é resistir todos os dias.
Mas resistir não basta. É preciso dizer basta. Basta de silenciamento. Basta de violência. Basta de feminicídio.
Mais de 60% das vítimas de feminicídio no Brasil são mulheres negras. Isso não é coincidência. É racismo. É machismo.
Neste Dia Internacional da Mulher, nós dizemos: chega!.
Por todas que vieram antes. Por todas que virão.
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