quarta-feira, 10 de abril de 2019

DICA DE LEITURA: ELES de VAGNER AMARO.

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Vagner Amaro
Resultado de imagem para eles livro vagner amaroNeste livro, Vagner Amaro escreve sobre ELES, mas ELES sou eu e somos nós. Em cada conto, a possibilidade de nos enxergarmos como se estivéssemos diante do espelho. Vidas emergem através da sua escrita, e nestas vidas, especialmente as vidas negras masculinas ganham destaque. Em diversos momentos, seu texto me permitiu ir ao encontro da minha própria história de vida. Estar diante de si mesmo pode doer. Simplesmente uma viagem emocionante sobre as  masculinidades negras e suas intrincadas relações com o meio. Violência, amor, desamparo, discriminação, resiliência, entre outros temas, estão presentes neste belissímo livro. Meus parabéns, Vagner Amaro.


Este livro é publicado pela Editora Malê (https://www.editoramale.com/) e também se encontra à venda nas melhores livrarias. 


sábado, 23 de março de 2019

DICA DE LEITURA: SEXOTERAPIA DE ANA CANOSA.

Resultado de imagem para sexoterapia - desejos conflitos novos caminhos em histórias reaisNeste livro, a terapeuta sexual Ana Canosa faz emergir, através de histórias reais, a humanidade que há em nós a partir dos conflitos e desejos sexuais daqueles que a procuraram no consultório em busca de ajuda. Simplesmente uma leitura leve que toca a alma desde o princípio, levando-nos à reflexão do que é o viver e da importância de lutarmos diariamente para sermos felizes, para termos uma vida melhor. Gostei muito e indico. À venda nas melhores livrarias. 


sexta-feira, 8 de março de 2019

FELIZ DIA INTERNACIONAL PARA AS MULHERES DO MUNDO.

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Ontem, hoje e todos os dias são das Mulheres deste nosso Brasil e do Mundo. Felicidades no seu dia, Mulheres. Temos muito para avançar: a luta contra o feminicídio, contra o trabalho escravo, contra o tráfico de mulheres, pela igualdade salarial, pelo direito de ser transmulher, entre outras causas. Resistir é preciso!

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

VIRADOURO 2019 - Clipe Oficial l LIESA

SÃO CLEMENTE 2019 - Clipe Oficial l LIESA

IMPERATRIZ 2019 - Clipe Oficial l LIESA

GRANDE RIO 2019 - Clipe Oficial l LIESA

UNIÃO DA ILHA 2019 - Clipe Oficial l LIESA

�� MANGUEIRA 2019 l Clipe Oficial dos Carnavarizados - "História Para Nin...

�� PORTELA 2019 l Clipe Oficial dos Carnavarizados - "Na Madureira Modern...

�� BEIJA-FLOR 2019 l Clipe Oficial dos Carnavarizados - "Quem não viu vai...

Documentário A dona do terreiro

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Jaloo ft. Nave - Dói d+ (Clipe Oficial)

DICA DE LEITURA: Como fabricar um gangsta: masculinidades negras nos videoclipes de Jay-Z e 50 Cent.

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Como Fabricar um Gangsta é o resultado da primeira etapa do #TheGangstaProject, projeto de pesquisa científica sobre as masculinidades negras na cultura Hip Hop
dos Estados Unidos da América, na transição dos séculos XX-XXI. A partir de um processo de investigação sobre a obra audiovisual dos rappers Jay-Z e 50 Cent,
pode-se identificar e decodificar as configurações dos tipos de masculinidades negras presentes nas narrativas dos videoclipes do Gangsta Rap, subgênero
musical que subverteu e redefiniu o sistema iconográfico de representação sobre os homens negros, tradição herdada do passado colonial escravocrata e reinventada no imaginário racial coletivo estadunidense a partir do fenômeno do Novo Racismo. Através de uma perspectiva interseccional, estabelecida entre as epistemologias étnico-raciais pós-coloniais e das dissidências sexuais e de gênero, desenvolveu-se um exercício de desmontagem simbólica das imagens produzidas historicamente sobre e pelos homens negros. Acionando os sistemas iconográficos enquanto dispositivos de dominação, controle e exploração simbólica dos corpos e subjetividades negras masculinas, este livro tenta compreender como as práticas e os jogos de representação funcionam a partir dos marcadores sociais de raça e gênero, como também quais são seus efeitos nas políticas das masculinidades negras.
Autor: Daniel Dos Santos (DanDan) é Mestre em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Licenciado em História pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), doutorando do Programa de Estudos Interdisciplinares Sobre Mulheres, Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (PPGNEIM/UFBA), Membro Fundador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Africanos e Afro-Brasileiros (AfroUneb), pesquisador das masculinidades negras e crítico musical da cultura Hip Hop. E meu amigo muito especial por quem torço diariamente. 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

DICA DE LEITURA: NO ARMÁRIO DO VATICANO DE FRÉDÉRIC MARTEL.

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O novo livro do jornalista e escritor francês Fréderic Martel promete provocar um escândalo no Vaticano ao revelar a presença de diversos homossexuais nas hierarquias mais altas da Igreja Católica. Com 630 páginas, "Sodoma" será publicado no próximo dia 21 de fevereiro, em oito idiomas diferentes e 20 países. A obra narra o resultado de uma investigação de quatro anos nos bastidores do Vaticano. Ao todo, Martel entrevistou 1500 religiosos, entre eles 41 cardeais, 52 bispos e 45 núncios apostólicos.
Resultado de imagem para frederic martel"O Vaticano tem uma das maiores comunidades homossexuais do mundo", diz o jornalista em entrevista exclusiva à revista "Le Point", ressaltando que este é o "segredo mais bem guardado" da Igreja.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Sold in America: The Workers

The Polyamorous Love Coaches Who Practice What They Preach | LET’S STRAY...

A Polyamorous Couple’s Guide To Sleeping With Multiple Partners [INSIGHTS]

Pain relief improves the quality of life of patients with cancer

A CALL FOR RECOGNISING THE RIGHTS FOR INTERSEX PERSONS.


BRASIL: CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA JÁ!

No Brasil, o Supremo Tribunal Federal (STF) debate a criminalização da homofobia a partir de duas ações que questionam a omissão do Congresso ao legislar sobre tornar crime a homofobia e a transfobia. 
Na minha opinião, mais do que nunca se faz necessária a existência de uma proteção específica para a comunidade LGBTQI. Preconceito, discriminação, agressões verbal, física, psicológica, assassinatos, expulsão de escolas e seios familiares, inexistência de vagas no mercado de trabalho formal são alguns dos obstáculos contra os quais as pessoas LGBTQI têm que lutar diariamente. É tempo de mudar, é tempo de se fazer justiça social. Digam sim à criminalização e não se acovardem porque vidas têm sido perdidas para assassinos impunes. 


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Cervical cancer is preventable and treatable: it is time to eliminate it







World Cancer Day, organized by the Union for International Cancer Control (UICC) and celebrated each year on 4 February, is an opportunity to rally the international community to end the injustice of preventable suffering from cancer.



This year’s theme, “I can, we can” acknowledges that
 everyone has the capacity to address the cancer burden. 
We can work together to reduce cancer risk factors. 
We can overcome barriers to early diagnosis, treatment and 
palliative care. 
We can work together to improve cancer control and achieve
global targets to reduce premature mortality from cancer and 
NCDs

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

SAÚDE MENTAL: Metade de todas as condições de saúde mental começam aos 14 anos de idade, mas a maioria dos casos não é detectada nem tratada.




A campanha Janeiro Branco, realizada desde 2014, convida para refletir e debater a respeito da saúde mental, utilizando o primeiro mês do ano como ponto de partida estratégico para a discussão sobre as condições psicológicas e o adoecimento emocional da população.

Considerando que essa temática ainda é estigmatizada, a campanha surgiu para disseminar informações e refletir sobre assuntos como depressão e suicídio, bem como sobre as demais questões relacionadas à valorização da saúde mental dos indivíduos e instituições.

domingo, 6 de janeiro de 2019

The Trump Administration Is Kicking HIV-Positive Soldiers Out of The Air Force by Mary Emily O'Hara.


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Going against Air Force policy, two U.S. airmen are being discharged after testing positive for HIV.
On Wednesday, two LGBTQ advocacy groups filed a lawsuit (Roe and Voe v. Mattis) against the U.S. Department of Defense on behalf of two Air Force service members being discharged due to their HIV status.
The two Air Force veterans, who have served since 2011 and 2012 respectively, are using pseudonyms in the lawsuit to protect their medical privacy. “Richard Roe” and “Victor Voe” both say they have served for years without incident, and both began treatment for HIV immediately after being diagnosed in 2017. Both report being asymptomatic and having undetectable viral loads, and in both cases doctors and commanding officers recommended Roe and Voe return to duty.
Against the recommendations and even against the Air Force’s own policy on airmen with HIV, both Roe and Voe were told they are going to be discharged from the military in early 2019.
Andy Blevins, executive director of the LGBTQ military organization OutServe-SLDN, told INTO he looks forward to fighting on behalf of the airmen in court.
“Despite evidence that these patriots are qualified to continue their honorable service, the Trump-Pence Administration is determined to undermine their contributions to this nation,” Blevins told INTO. “Alongside our incredible partners in Lambda Legal and Winston & Strawn, we are working to ensure that does not happen. All qualified individuals deserve the right to honorably continue their service.”
It’s not the first lawsuit that Outserve-SLDN and Lambda Legal have filed challenging the Trump administration for discharging HIV-positive troops. In July, the groups filed a separate lawsuit on behalf of an HIV-positive Army sergeant with two decades of military service. In August, they sued again — this time on behalf of two recent military academy graduates who were not allowed to commission as officers in the Navy and Air Force.
According to Air Force’s 44-page Human Immunodeficiency Virus Program policy, airmen who test positive for HIV “must [then] undergo medical evaluation for the purpose of determining status for continued military service.” Those ordered to adhere to treatment are retested after six months, then undergo annual medical evaluations.
“HIV seropositivity alone is not grounds for medical separation or retirement for [active-duty Air Force] members,” says Air Force policy, which also says service members should stay in active duty as long as they “are able to perform the duties of their office, grade, rank and/or rating,” and that they “may not be separated solely on the basis of laboratory evidence of HIV infection.”
Despite the policy (with which the Air Force states compliance is “mandatory”),  Pentagon rules restrict the overseas deployment of military service members living with HIV. Department of Defense statistics cited in the lawsuit make clear that the number of HIV-positive troops is in the thousands. Most continue to serve in some capacity, despite not being allowed to deploy overseas.
But in February, the Trump administration hit those soldiers with a quiet sneak attack. The administration’s ‘Deploy Or Get Out’ (DOGO) policy directed the Pentagon to identify soldiers who were not qualified for deployment within a period of 12 months, and to discharge them. That put all HIV-positive military service members under immediate threat of losing their careers.
DOGO has put roughly 126,000 troops at immediate risk of discharge, according to an October report in the Military Times. Of that number, around 66,000 are non-deployable due to illness or injury, while another 24,000 were permanently non-deployable, pending disability evaluations. HIV-positive troops were only among a small number; the vast majority of people Trump wants to kick out of the U.S. Armed Forces are disabled. Soldiers whose injuries are a direct result of combat are exempt from DOGO.
HIV advocate Mark S. King, who authors the blog My Fabulous Disease, told INTO that the military “has often been ahead of the curve when it comes to social issues such as racial justice and even transgender issues,” but is “lagging behind” when it comes to policies that reflect the current livability and treatment protocols around HIV.
“Service members living with HIV have been serving our country with distinction for many years now. Today we know people living with HIV can be productive, healthy, and strong members of the armed forces,” King told INTO. “I wholeheartedly support this [lawsuit] for the United States military to finally update their policies and fully accept and support service members living with HIV.”
The military has indeed been progressive in its inclusion policies in recent years. King cited the Defense Department’s 2016 decision, made after years of careful independent DoD-funded study, to allow transgender troops to serve.
But, it seems, with every step forward the Pentagon takes to open its doors and raise the number of qualified soldiers seeking to join its ranks, the Trump administration steps in with a new policy that requires military numbers to shrink.
“It’s disgusting that the Trump Administration is sending some men and women in uniform home for the holidays without jobs simply because of their HIV status,” said Scott Schoettes, Counsel and HIV Project Director at Lambda Legal, in a press release Wednesday. “These decisions should be based on science, not stigma. Lambda Legal is suing to stop these separations and will keep fighting until President Trump understands that there’s not a job in the world a person living with HIV cannot safely perform, including the job of soldier.”
FROM INTO.

Mary Emily O'Hara








quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Profissão Repórter 19/12/2018 Casamento homoafetivo - Completo

MP assinada por Bolsonaro retira população LGBT das diretrizes dos Direitos Humanos.

A Medida Provisória de nº 870/19, assinada pelo presidente da república Jair Bolsonaro (SPL) nesta terça-feira (1), retirou a população LGBT da lista de políticas e diretrizes destinadas à promoção dos Direitos Humanos. A MP explicita as mudanças na estrutura dos ministérios, incluindo o novo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, comandado pela pastora Damares Alves. A edição foi publicada no Diário Oficial da União do dia 1 de janeiro de 2019.

Dentre as políticas e diretrizes destinadas à promoção dos direitos humanos estão incluídos explicitamente as "mulheres, criança e adolescente, juventude, idoso, pessoa com deficiência, população negra, minorias étnicas e sociais e Índio". As pessoas LGBT, que antes eram citadas nas estruturas da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, foram excluídas. 

Infelizmente, o retrocesso já começou.