segunda-feira, 7 de junho de 2021

JUNHO É O MÊS DO ORGULHO LGBTQIA+: O ORGULHO DE SER QUEM SE É.

 
Em todo o mundo, Junho é considerado o mês do Orgulho LGBTQIA+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Intersexuais, Assexuais). No dia 28 de junho de 1969, em Nova Iorque, ocorreu o que veio a ser conhecido como a Rebelião de Stonewall, em referência ao nome de um bar que era, e ainda é, frequentado por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais e que sofria repetidas batidas policiais em ações de bastante truculência e preconceito da polícia. A partir daí, os organizadores originais escolheram este mês para homenagear o levante Stonewall o qual ajudou a desencadear a liberação do movimento gay e a luta pelos direitos LGBT nos EUA e no mundo.

No Brasil, país campeão mundial de assassinatos de pessoas transexuais e travestis, a visibilidade das questões de saúde da população LGBT deu-se a partir da década de 1980, quando o Ministério da Saúde adotou estratégias para o enfrentamento da epidemia do HIV/AIDS em parceria com os movimentos sociais vinculados à defesa dos direitos de grupos gays, o qual foi posteriormente incorporando grupos com outras identidades sexuais e de gênero, particularmente as lésbicas e travestis. Em 1 de dezembro de 2011, o Ministério da Saúde instituiu, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), através da Portaria nº 2.836, um marco histórico de reconhecimento das demandas desta população em condição de vulnerabilidade.

Como trabalho numa instituição de ensino que, como tal, tem contribuído fundamentalmente para formar uma sociedade de cidadãs e cidadãos onde a educação e a saúde são entendidas como um direito de todas as pessoas e dever do Estado. E onde o conceito de educar perpassa o enfrentamento às discriminações de gênero, orientação sexual, raça e cor, se relacionando amplamente com a defesa do direito à saúde, entendendo os direitos sexuais enquanto componente fundamental da saúde.

Penso que enfrentar toda a discriminação e exclusão social implica em promover a democracia social, a laicidade do Estado e, ao mesmo tempo, exige ampliar a consciência e reforçar a importância do respeito ao outro, sem preconceito e sem discriminação, como fundamento para a humanização na promoção, proteção, atenção e no cuidado à saúde. Junho é o mês do Orgulho de ser quem se é. Viva a Diversidade. Por uma cidadania plena já!


domingo, 6 de junho de 2021

Parada do Orgulho LGBT de São Paulo no YouTube - paradasp


25ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo acontece no domingo (06.06), às 14h, e, pela segunda vez consecutiva, será digital devido à pandemia do coronavírus. 

segunda-feira, 31 de maio de 2021

World No Tobacco Day 2021.

World No Tobacco Day 2021.

World No Tobacco Day 2021: Health benefits of quitting smoking, and tips to effectively kick the habit. The World Health Organisation has designated 31 May as 'World No Tobacco Day.' The theme this year is 'Commit to Quit', which assumes significant importance in the present times of the COVID-19 pandemic.

terça-feira, 25 de maio de 2021

25 de maio, Dia Internacional de África.

É um dia de celebração em reconhecimento à luta de todos os povos negros ancestrais,  assim como um dia de reflexão crítica sobre a nossa realidade atual,  principalmente no Brasil onde está em curso o genocídio contra nós. VIDAS NEGRAS  IMPORTAM. 

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Pansexual Visibility Day

According to Just Like Us, a third (31%) of young pansexual people are experiencing daily tension at home.

As part of a larger report into inclusive education and the experiences of queer students, the charity for LGBTQ+ youth conducted several surveys across 375 schools in the UK, which saw 2,934 pupils aged 11-18 take part.

Of the pupils surveyed, 1,140 said they identified as LGBTQ+.

According to their research, the number of pansexual people facing “daily tension” at home, such as arguments with family, is a significantly higher number than most young LGBTQ+ people generally (25%) and non-LGBTQ+ people (15%).

The majority (67%) of young pansexual students admitted to having suicidal thoughts or feelings, while half said they’ve experienced depression (47%) and anxiety disorder (51%).

Only 53% of young pansexual young people said they have felt safe in school on a daily basis in the past 12 months – compared to 58% of young LGBTQ+ people generally and 73% of non-LGBTQ+ people.

When it comes to their future, 14% of young pansexual people have never felt positive. Again, this is a higher statistic than young bisexual students (10%) and students who aren’t LGBTQ+ (5%).

One in five (20%) young pansexual people also admitted to having an eating disorder, and a third (32%) said they’ve self-harmed.

As a result of the coronavirus pandemic, six in 10 (59%) young pansexual people said their mental health has worsened, and half (52%) said they’ve felt isolated from the people they’re closeted to.

Over half (53%) worry about their mental health on a daily basis.

sábado, 15 de maio de 2021

17 de Maio, Dia Internacional de Luta contra a Homolesbobitravestitransfobia.

 

De acordo com o Relatório Anual de Mortes Violentas de LGBTI+  no Brasil do ano 2020, 237 LGBT+ (1ésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) tiveram morte violenta no Brasil, vítimas da homotransfobia: 224 homicídios (94,5%) e 13 suicídios (5,5%). 
Diferentemente do que se repete desde que o Grupo Gay da Bahia iniciou tal pesquisa, em 1980, pela primeira vez, as travestis ultrapassaram os gays em número de mortes:  161 travestis e trans (70%), 51 gays (22%) 10 lésbicas (5%), 3 homens trans (1%), 3 bissexuais (1%) e finalmente 2 heterossexuais confundidos com gays (0,4%).

A cada 36 horas um LGBT brasileiro é vítima de homicídio ou suicídio, o que confirma o Brasil como campeão mundial de crimes contra as minorias sexuais, informação corroborada e ainda mais agravada pelos estudos do próprio Ministério dos Direitos Humanos: em relatório engavetado pelo atual Governo Federal, concluiu-se que em  nosso país, entre 1963-2018,  a cada 16 horas um LGBT foi  assassinado (PREITE SOBRINHO, Relatorio LGBT, 2019).

Segundo agências internacionais de direitos humanos, matam-se muitíssimo mais homossexuais e transexuais no Brasil do que nos 13 países do Oriente e África onde persiste a pena de morte contra tal segmento. Mais da metade dos LGBT assassinados no mundo ocorrem no Brasil (WAREHAM, Murder LGBT,  2020).

Diferentemente do que se repete desde que o Grupo Gay da Bahia iniciou tal pesquisa, em 1980, pela primeira vez em 41 anos, as travestis ultrapassaram os gays em número de mortes:  161 travestis (70%), 51 gays (22%) 10 lésbicas (5%), 3 homens trans (1%), 3 bissexuais (1%) e finalmente 2 heterossexuais confundidos com gays (0,4%).
Em termos relativos, nossos relatórios sempre insistiram que as pessoas trans representam a categoria sexológica mais vulnerável a mortes violentas. Esse total de 161  mortes, se referidas a 1 milhão de travestis e transexuais que se estima existir em nosso país, sinalizam que o risco de uma pessoa trans ser assassinada é aproximadamente 17 vezes maior do que um gay. 
        

O quesito cor é variável bastante descuidada nas matérias jornalísticas, sendo desconhecida para 43% das vítimas. Encontramos 74 pardos e pretos (54%) e 62 brancos (46%), refletindo aproximadamente a mesma tendência demográfica do conjunto da população nacional.   

Confirma-se a mesma tendência notada ao longo dessas quatro décadas de pesquisa: os LGBT+ mortos pertenciam a praticamente todos os estratos sociais, predominando 44,6%  de profissionais do sexo, 10,6% cabeleireiros/as, 8,7% de professores/as. 

No tocante à tipologia das mortes violentas de LGBT ocorridas em 2020, registramos 15 homicídios (90,7%), seguido de 13 suicídios (5,4%) e 9 latrocínios (3,7%).

Quanto à causa mortis, repete-se a mesma tendência observada regularmente nessas quatro décadas de pesquisa: predomínio de mortes violentas com arma de fogo (42,3%), seguido de armas brancas (23%) e  espancamento (9,1%). 
       
Também quanto ao local dessas mortes, confirma-se a mesma tendência observada desde o início da pesquisa: gays e lésbicas são assassinados dentro de suas residências com objetos domésticos (fios elétricos, almofadas, facas de cozinha) enquanto travestis e transexuais, notadamente as profissionais do sexo, são atingidas por disparos de revólver na pista: 60,8% de tais sinistros ocorreram em espaços públicos (praças, ruas, vias, vielas, terrenos abandonados),  seguido da residência da vítima com 23,5% e, por fim, 15,6% em espaços privados (motéis, casas e comércios de terceiros). 

3\4 destes homicídios homotransfóbicos ocorreram à noite – evidenciando práticas espaciotemporais típicas de minorias sexuais urbanas que, devido ao estigma, encontram na noite a melhor ocasião para encontros íntimos via de regra clandestinos ou para a prática do lazer na chamada “cena lgbt.” 17% das mortes ocorreram no período matutino e 10% a tarde. 

 A violência materializada contra corpos de LGBTI+ é, principalmente, uma violência de gênero, atingindo diferenciadamente e a partir de múltiplas intensidades alguns segmentos, sobretudo, travestis e mulheres trans vitimadas em diferentes contextos e realidades socioespaciais. 

  

Para acessar o relatório completo: 



quarta-feira, 12 de maio de 2021

Igreja Luterana nos EUA elege primeira pessoa trans como bispo.

 

                              FOTO: RUBEN CHAMORRO

A Igreja Evangélica Luterana dos Estados Unidos elegeu o reverendo Megan Rohrer para ocupar o cargo de bispo em uma região que ocupa o norte da Califórnia e o norte do estado de Nevada. É a primeira vez que uma pessoa transgênero não binária é eleita para um cargo de liderança em uma grande denominação cristã americana.

Megan Rohrer, que tem 41 anos, já havia feito história em 2006, ao ser ordenado o primeiro pastor luterano transgênero nos EUA. Também atuou como capelão no Departamento de Polícia de San Francisco. Notabilizou-se pelo ativismo com moradores de ruas, e ganhou fama ao aparecer na série de TV Queer Eye.

                                                                                          “Se minha eleição confunde você, que essa confusão o inspire a reparar em todas as outras coisas maravilhosas que Deus fez que você pode ter perdido”, disse Megan Rohrer.



sábado, 1 de maio de 2021

DIA INTERNACIONAL DO TRABALHADOR NO BRASIL: A FACE GENOCIDA DO DESGOVERNO EM AÇÃO.

 


Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador, criado em Paris, na França em 1889, é uma data comemorativa usada para celebrar as marcantes histórias de luta dos trabalhadores, assim como para provocar uma profunda reflexão sobre a intensificação da precarização ocorrida mesmo em tempo pandêmico. Neste momento, a face neoliberal tem impactado fortemente os sistemas de proteção social e de saúde, colocando em risco as condições já precarizadas de trabalho e rendimentos, com sérias implicações negativas para a saúde do conjunto da classe trabalhadora, o que afeta as condições de vida e subsistência. 
A necropolítica está em ação no Brasil. Mais de 400 mil mortos pela infecção por COVID19, grande parte contribuída pela negligência desse desgoverno que está no poder há mais de 2 anos. Mais de 14 milhões de desempregados. Fome intensificada. O caos está instalado no nosso país. 
Trabalhadores do meu país, precisamos lutar contra a intensificação das formas de subcontratação, terceirização e precarização da força de trabalho. Amanhã, dia 1, é o nosso dia. LUTEMOS.
USEM MÁSCARAS, MANTENHAM O DISTANCIAMENTO SOCIAL, EVITEM AGLOMERAÇÃO, USEM ÁLCOOL EM GEL E LAVEM AS MÃOS. 

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Uma Sombra Sobre Nós - EP01 | Ditadura Nunca Mais


Imagem: reprodução da internet

NEM TODOS SÃO CONDENADOS À MORTE de Oscar Wilde por Carlos Eduardo Valente.


No entanto, todo homem mata aquilo que adora, Que cada um deles seja ouvido. Alguns procedem com dureza no olhar, Outros com uma palavra lisonjeira. O covarde fá-lo com um beijo, Enquanto o bravo o faz com a espada! Uns matam o próprio amor quando ainda jovens, Outros o fazem na velhice; Uns estrangulam com as mãos da luxúria, Outros com a mão de Ouro, O que é bondoso faz uso do punhal, Porque a morte assim vem mais depressa. Uns amam pouco tempo,outros demais, Uns vendem,outros compram; Alguns praticam a ação com muitas lágrimas E outros sem um suspiro,sequer: Pois todo o homem mata o objeto do seu amor E, no entanto, nem todo homem é condenado à morte.


INSCREVAM-SE NO CANAL E SEJAM MEMBROS. 

terça-feira, 6 de abril de 2021

O BRASIL RETORNA AO MAPA DA FOME. AJUDEM A QUEM PRECISA.

A pandemia ainda está em curso, mas já deixou muitas marcas na economia brasileira e agravou uma das mazelas crônicas do país: a desigualdade. O Brasil está entre os dez países que mais concentram renda, levando em conta dados da Síntese de Indicadores Sociais, divulgada pelo IBGE em 2020. A pandemia escancarou, mais uma vez, o péssimo quadro da desigualdade social e econômica no Brasil. A Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio mostrou que, na média, os 10% mais ricos perderam 3% da renda com a pandemia, e os 40% mais pobres perderam 30% da renda, descontando o auxílio do governo.
A intensificação do cenário de desigualdade social no Brasil, promovida pelo próprio governo e sua política desastrosa de condução da pandemia, levou a população negra brasileira a estar em uma situação de maior vulnerabilidade, sendo a mais impactada pela pandemia. 
Quem tem fome, tem pressa! DOE ALIMENTOS A QUEM PRECISA. 

sexta-feira, 26 de março de 2021

O Racismo Estrutural e Estruturante moldando as faces das vítimas por Covid-19 no Brasil: MULHERES PRETAS E POBRES SÃO AS MAIORES VÍTIMAS.

1 ano de infecção por COVID-19. Hoje, uma pandemia que tem o Brasil como um dos principais centros dessa tragédia mundial. Desde 2018, vivemos num desgoverno no qual a desqualificação, o desmonte do Estado e as políticas de morte são suas principais características. Já somos mais de 300 mil mortes evitáveis. Mortes essas oriundas da negligência do Estado em não proteger a população brasileira, em desestimular e desacreditar as compras de vacinas, o uso da máscaras, a lavagem das mãos e o distanciamento social - ferramentas essenciais para prevenir a infecção, além de negar o papel da Ciência. 
Sexta-feira, dia 26 de março de 2021, a cada dia batemos recordes diários de mortes, mais precisamente 3650 mortes nas últimas 24 horas, o que torna o Brasil como o país com a maior marca de vítimas diárias pela COVID-19 de todo o mundo.
No Rio de Janeiro, a primeira vítima mortal foi uma empregada doméstica o que serve para denunciar as maiores vítimas desta pandemia, as mulheres, principalmente as negras e pobres. Num país de gigantescas desigualdades sociais, a morte tem cor, gênero e classe. 
Infelizmente a desinformação reina no Brasil, apesar dos inúmeros esforços dos cientistas, dos profissionais de saúde e de alguns órgãos da imprensa. O perfil da epidemia rejuvenesceu no Brasil. 
A vacinação está em curso a passos lentos no Brasil, apesar dos esforços de dois grandes Institutos de Pesquisa - o Butantã e a Fundação Oswaldo Cruz. Precisamos nos proteger e proteger aqueles que amamos. Usem máscara, especialmente a N95 ou a PFF2, mantenham o distanciamento social, evitando aglomerações e espaços fechados com pouca ventilação por muito tempo, e lavem as mãos. As nossas vidas estão em nossas mãos. VACINA JÁ! GRATUITA, PELO SUS E PARA TODXS!



quinta-feira, 4 de março de 2021

MARÇO, O MÊS INTERNACIONAL DAS MULHERES. POR TODOS OS DIREITOS. A LUTA CONTINUA.

 

Costureiras, Tarsila do Amaral, 1950. 

Internacionalmente, o mês de março é historicamente considerado o mês da Mulher. Ser mulher não é o meu lugar de fala, mas escrevo aqui em nome de todas as mulheres que têm estado presentes nesses meus 50 anos de vida. Mulheres mães, irmãs, filhas, namoradas, profissionais, presidentas, amigas, avós e tudo mais que uma mulher tem a possibilidade de ser. É a elas que rendo todas as honras do mundo. O Brasil é o quinto país do mundo que mais mata mulheres e essa violência só tem aumentado desde a implantação das medidas de isolamento de prevenção à infecção por covid-19. Num contexto de importantes crises sanitária, política, econômica e social, tem havido uma crescente hostilidade contra os direitos conquistados pelas mulheres: manifestações de ódio, de intolerância e de rejeição, sobretudo contra mulheres negras, indígenas, trans e lésbicas. Apesar disso, o dia 8 de março é o Dia Internacional da Mulher, dia de refletir sobre a efetividade dos avanços nas condições de vida, na autonomia e liberdade das mulheres e de seguir na luta por equidade de gênero e pela adoção de políticas públicas voltadas para a redução da discriminação e desigualdades de gênero. Vivam todas as mulheres do mundo. “Nem um direito a menos! É pela vida das mulheres”.

segunda-feira, 1 de março de 2021

Olhares negros, raça e representação. Bell Hooks

PARADA LGBT SP 2021: "HIV E AIDS: AME +, CUIDE + E VIVA+.


Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, marcada para junho de 2021, tem como tema escolhido "HIV/Aids". 

DADOS NO BRASIL:

Em 2020, até outubro, cerca de 642 mil pessoas estavam em tratamento antirretroviral. Em 2018 eram 593.594 pessoas em tratamento. No Brasil, em 2019, foram diagnosticados 41.919 novos casos de HIV e 37.308 casos de Aids

ESTATÍSTICAS GLOBAIS SOBRE HIV 2020
38 milhões [31,6 milhões—44,5 milhões] de pessoas em todo o mundo vivendo com HIV (até o fim de 2019). 1,7 milhão [1,2 milhão—2,2 milhões] de novas infecções por HIV (até o fim de 2019). 690 000 [500 000—97 000] de pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS (até o fim de 2019).