Trata-se de um blog voltado para a promoção da saúde de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, 'questioning' e interssexo. Por uma Diversidade na Comunidade, Por uma Diversidade Inclusiva na Sociedade, Por Justiça Social.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
HIV E AIDS NA UNIÃO EUROPEIA E NA ÁREA ECONÔMICA EUROPEIA.
De acordo com os novos dados publicados pelo Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (European Centre for Disease Prevention and Control, ECDC) e pelo escritório regional da OMS na Europa, em 2015, 29747 pessoas foram diagnosticadas com HIV em 31 países da União Europeia. Os países com a mais alta taxa de novos casos diagnosticados foram Estônia, Latvia e Malta.
O relatório “ HIV/AIDS Surveillance in Europe ” mostrou que sexo entre homens continua a ser o principal meio de transmissão, totalizando 42% de todos os diagnósticos notificados de HIV em 2015. Homens que fazem sexo com outros homens são o único grupo com um aumento constante de notificações ao longo dos anos. O sexo heterossexual é o segundo modo mais comum de transmissão, totalizando 32% de novos casos.
Pessoas jovens entre 15 e 24 anos compreenderam 12% da população da UE/AEE e 11% dos diagnósticos de HIV em 2015. Islândia, Romênia e Polônia relataram mais de 15% dos diagnósticos de HIV nesta faixa etária.
Adultos idosos (50 anos ou mais) compreenderam 39% da população da UE/AEE e 17% dos novos diagnósticos de HIV em 2015. Em 6 países (Finlândia, França, Malta, Holanda, Noruega, e Portugal) adultos idosos compreenderam mais de 20% daqueles casos novos diagnosticados com HIV.
O ECDC estima que cerca de 122.000 europeu vivendo com HIV não estão cientes da sua infecção. O tempo estimado entre a infecção pelo HIV e seu diagnóstico é de quatro anos, sugerindo problemas persistentes com o acesso e a realização de testes para o HIV em muitos países.
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
sábado, 3 de dezembro de 2016
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
“Aceite o desafio. Acabe com a aids”.
Novembro de 2016 — "Take the challenge. End AIDS" (“Aceite o desafio. Acabe com a aids”, em português) é o slogan da campanha realizada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para o Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado neste 1º de dezembro. A iniciativa insta os governos e a sociedade a intensificarem as nove medidas para acabar com a epidemia de aids até 2030.
Fornecer e promover o uso de preservativos e lubrificantes, oferecer testes de HIV em áreas frequentadas pela população de maior risco e expandir o acesso à profilaxia pré-exposição (PrEP) e pós-exposição (PEP) são algumas das medidas que, se reforçadas, podem ajudar a acabar com a aids como problema de saúde pública dentro de 15 anos.
Outras ações são a testagem e o tratamento para todas as mulheres grávidas soropositivas e seus recém-nascidos para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, a oferta de tratamento precoce para todos que precisam, além de eliminar o estigma e a discriminação, fornecer testes e tratamento para outras infecções sexualmente transmissíveis que estão associadas ao HIV e aumentar o financiamento.
Quase dois milhões de pessoas vivem com HIV na América Latina e no Caribe. A cada ano, 100 mil pessoas adquirem o vírus e 50 mil morrem por causas relacionadas com a aids. Entre 2000 e 2015, as novas infecções por HIV foram reduzidas em 25% e as mortes em 23%. No entanto, nos últimos cinco anos, houve um pequeno aumento nos casos (0,7%), particularmente entre os homens.
FONTE: OPAS.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
IF THE DRUGS DON'T KILL YOU, THE NEEDLE MIGHT. NEEDLE EXCHANGE SAVES LIVES.
SHARING NEEDLES IS SHARING BLOOD.
- 1 in 10 HIV diagnoses are among people who inject drugs.
- More than half of PWID used a syringe services program in 2015.
- Only 1 in 4 PWID got all their syringes from sterile sources in 2015.
Sharing needles, syringes, and other injection equipment puts people who inject drugs (PWID) at high risk for getting HIV and other infections, including hepatitis. Annual HIV diagnoses among black and Hispanic/Latino PWID were cut in half between 2008–2014, but diagnoses among white PWID dropped by only 28%. One reason may be that fewer blacks and Hispanics/Latinos are sharing needles and syringes, while whites are more likely to share them. Syringe services programs can play a role in preventing HIV and other health problems among PWID.
fonte: CDC
TAKE A STAND AGAINST HIV STIGMA IN YOUR DAILY LIFE
HIV-related stigma is a significant problem globally. HIV stigma inflicts hardship and suffering on people living with HIV and interferes with research, prevention, treatment, care and support efforts.
HIV-related stigma refers to negative beliefs, feelings and attitudes towards people living with HIV, their families and people who work with them. HIV stigma often reinforces existing social inequalities based on gender, race, ethnicity, class, sexuality and culture. Stigma against many vulnerable populations who are disproportionately affected by HIV (such as the stigma of homosexuality, drug use, poverty, migration, transgender status, mental illness, sex work and racial, ethnic and tribal minority status) predates the epidemic and intersects with HIV stigma, which compounds the stigma and discrimination experienced by people living with HIV (PLWH) who belong to such groups.
HIV-related discrimination refers to the unfair and unjust treatment of someone based on their real or perceived HIV status. Discrimination also affects family members and friends, caregivers, healthcare and lab staff who care for PLWH. The drivers of HIV-related discrimination usually include misconceptions regarding casual transmission of HIV and pre-existing prejudices against certain populations, behaviors, sex, drug use, illness and death. Discrimination can be institutionalized through laws, policies and practices that unjustly affect PLWH and marginalized groups.
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
terça-feira, 22 de novembro de 2016
USUÁRIOS DE DROGAS INJETÁVEIS (UDI) / PERSONS WHO INJECT DRUGS (PWID)
Há uma grande preocupação com o grupo de usuários de drogas injetáveis (UDI) em relação à infecção
pelo HIV, uma vez que estes indivíduos – particularmente usuários
dependentes com grande intensidade de uso – freqüentemente
se apresentam expostos a várias situações de risco, habitualmente
de forma simultânea. Um exemplo desta condição é a
grande intensidade dos sintomas de abstinência dessas substâncias,
tornando o UDI um elemento barato e disponível para
favores sexuais em troca da manutenção de seu uso de drogas, o
que faz dessas circunstâncias focos de grande intensidade para
a disseminação da infecção, por associarem sexo sem proteção
ao uso compartilhado de drogas. É razoavelmente comum nessa
população o uso de seringas potencialmente contaminadas, e é
rara a limpeza das seringas e das agulhas utilizadas para injeção,
levando não somente à infecção pelo HIV como também a infecções de vários tipos, como Hepatites B e C.
Dados de literatura sugerem que a maioria dos UDI não usa camisinha
durante as relações sexuais, com taxas entre 48% e 53%.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
ONE HEALTH: A PLANETARY HEALTH CHALLENGES.
One Health recognizes that the health of people is connected to the health of animals and the environment. The goal of One Health is to encourage the collaborative efforts of multiple disciplines-working locally, nationally, and globally-to achieve the best health for people, animals, and our environment.
A One Health approach is important because 6 out of every 10 infectious diseases in humans are spread from animals.
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
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