quarta-feira, 30 de novembro de 2022

WORLD AIDS DAY, 1 December.

Tomorrow is World AIDS Day, an opportunity for people worldwide to unite in the first against HIV, to show support for people living with HIV, and to commemorate those who we've lost along the way to where we are. All people living with HIV are eligible for and should have access to HIV treatment. 



sexta-feira, 28 de outubro de 2022

É Lula 13! Por um Brasil democrático, votem em Lula 13 neste domingo.

Se você é contra o microfascismo,  a misoginia, a homolesbobitravestitransfobia, o racismo, tirem o desgovernante genocida atual da presidência. Votem em Lula 13. 

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

MONKEYPOX: Como uma pessoa pode diminuir seu risco durante o sexo? PROTEJAM-SE.


Monkeypox não é considerada uma doença sexualmente transmissível, mas muitas vezes é transmitida através de contato físico próximo e sustentado, que pode incluir contato sexual.


Converse com seu parceiro sobre quaisquer sintomas de varíola e esteja ciente de qualquer erupção ou lesão nova ou inexplicável em qualquer um de seus corpos, incluindo boca, genitais (pênis, testículos, vulva ou vagina) ou ânus (bumbum). Se você ou seu parceiro tiver ou teve recentemente sintomas de varíola, ou se tiver uma erupção cutânea nova ou inexplicável em qualquer parte do corpo, não faça sexo e consulte um profissional de saúde. Em alguns casos, os sintomas podem ser leves e algumas pessoas podem nem saber que têm varíola dos macacos.


Se você ou um parceiro tem varicela ou pensa que pode ter varicela, a melhor maneira de proteger a si e aos outros é evitar sexo de qualquer tipo (oral, anal, vaginal) e  de se beijar ou tocar o corpo um do outro – enquanto estiver doente. Especialmente evite tocar em qualquer erupção cutânea. Não compartilhe coisas como toalhas, equipamentos de fetiche, brinquedos sexuais e escovas de dentes.


Mesmo se você se sentir bem, aqui estão algumas maneiras de reduzir suas chances de ser exposto à varíola se você for sexualmente ativo:

1. Faça uma pausa temporária nas atividades que aumentam a exposição à varíola dos macacos até duas semanas após a segunda dose (caso tenha sido vacinado). Isso reduzirá muito seu risco.

2. Limite o número de parceiros sexuais para reduzir a probabilidade de exposição.

3. Espaços como quartos escuros (dark rooms), saunas, clubes de sexo ou festas de sexo públicas e privadas, onde ocorre contato sexual íntimo, muitas vezes anônimo, com vários parceiros - são mais propensos a espalhar a varíola.

4. Preservativos (látex ou poliuretano) podem proteger seu ânus (bumbum), boca, pênis ou vagina da exposição à varíola. No entanto, os preservativos sozinhos podem não prevenir todas as exposições à varíola dos macacos, uma vez que a erupção pode ocorrer em outras partes do corpo.

5. Luvas (látex, poliuretano ou nitrila) também podem reduzir a possibilidade de exposição ao inserir dedos ou mãos na vagina ou no ânus. As luvas devem cobrir toda a pele exposta e ser removidas com cuidado para evitar tocar na superfície externa.

6. Evite beijar ou trocar saliva, pois a varíola pode se espalhar dessa maneira.

7. Masturbar-se juntos à distância sem tocar um no outro e sem tocar em nenhuma erupção cutânea.

8. Faça sexo virtual sem contato pessoal.

9. Considere fazer sexo com suas roupas ou cobrindo áreas onde a erupção está presente, reduzindo o máximo possível o contato pele a pele. Equipamentos de couro ou látex também fornecem uma barreira ao contato pele a pele; apenas certifique-se de trocar ou limpar a roupa/equipamento entre os parceiros e após o uso.

10. Esteja ciente de que a varíola dos macacos também pode se espalhar através de secreções respiratórias com contato próximo e cara a cara.

11. Lembre-se de lavar as mãos, equipamentos de fetiche, brinquedos sexuais e qualquer tecido (roupa de cama, toalhas, roupas) depois de fazer sexo. 









domingo, 31 de julho de 2022

QUALQUER PESSOA PODE SE INFECTAR PELO VÍRUS DA VARÍOLA DOS MACACOS! Contra a estigmatização da homossexualidade, da bissexualidade e dos trabalhadores do sexo.

 

Manchete de Jornal nos anos 80

Fonte: G1


No dia 27 de julho , Tedros Adhanom Ghebreyesus,  diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS) aconselhou, que homens que fazem sexo com homens – como gays, bissexuais e trabalhadores do sexo – reduzam, neste momento, o número de parceiros sexuais para diminuir o risco de exposição à varíola dos macacos (monkeypox). 
Embora seja uma questão de saúde urgente e prioritária, mais uma vez, como na década de 80 durante o início da epidemia de HIV/AIDS, observamos as arenas de  entrecruzamentos de discursos sobre os sujeitos contextualmente destoantes às expectativas quanto à sexualidade. Mesmo que esse discurso aparentemente se inscreva exclusivamente à tentativa de prevenção de doenças, ele também articula e produz normas, subjetividades, supostas identidades, contribuindo para o estigma e discriminação contra “Gay” e “HSH” (Homens que fazem Sexo com Homens), assim como prejudica os esforços no enfrentamento da infecção pelo vírus da varíola do macaco, já precarizado pelo governo brasileiro. Faltam campanhas, faltam vacinas, faltam pronunciamentos de autoridades públicas, etc.
É preciso denunciar discursos historicamente apontados como responsáveis pela condição de estigma, e portanto de vulnerabilidade, das experiências das homossexualidades masculinas, dos bissexuais e trabalhadores do sexo. O discurso de culpabilidade, que tanto fundamentou o pânico moral nos anos 80, volta à tona (será que em algum momento ele deixou de se fazer presente?). 

quinta-feira, 28 de julho de 2022

O que você precisa saber sobre a varíola dos macacos?


No dia 23 de julho de 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu que o surto de varíola dos macacos (monkeypox) configura uma emergência global de saúde, definida como um "evento extraordinário que constitui um risco à saúde pública para outros Estados por meio da disseminação internacional de doenças e potencialmente exige uma resposta internacional coordenada". A declaração de emergência serve para atrair mais recursos globais e aumentar a atenção para o surto, que exige uma resposta global coordenada entre as nações para impedir que a doença se espalhe para mais países.

A doença é considerada uma zoonose viral (o vírus é transmitido aos seres humanos a partir de animais) com sintomas muito semelhantes aos observados em pacientes com varíola, embora seja clinicamente menos grave. O período de incubação da varíola dos macacos é geralmente de seis a 13 dias, mas pode variar de cinco a 21 dias, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Com a disseminação do vírus,  a OMS também vai propor a mudança do nome da doença já que não são os macacos os animais conhecidos por serem vetores: a principal suspeita é de que os hospedeiros do vírus sejam majoritariamente roedores silvestres africanos – ratos e esquilos das florestas ainda pouco conhecidos. A transmissão é de pessoa para pessoa. A origem do nome se deu pela descoberta do vírus em laboratório, a partir de um macaco contaminado, na década de 50. O macaco não tem nada a ver com isso

Segundo dados do Ministério da Saúde, em 26/07, o Brasil já registra 813 casos confirmados de varíola dos macacos. O número representa um aumento de 33% em comparação com os dados do dia 22/07, quando havia 607 diagnósticos confirmados em todo o país. O Estado do Rio de Janeiro confirmou 115 casos de varíola dos macacos - 108 deles na Região Metropolitana - em 26/07.




  • Quais são os sintomas?

  • Dor de cabeça

  • Feridas na pele

  • Febre e calafrios

  • Esgotamento

  • Gânglios linfáticos inflamados

  • Dores musculares


  •    Transmissão da varíola dos macacos

  1. Por contato com o vírus – com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. 


  1. De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.


  1. Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;


  1. Da mãe para o feto através da placenta;


  1. Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;


  1. Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.


  • Como é feito o diagnóstico da varíola dos macacos? 


  1. O diagnóstico clínico, baseado em sinais, sintomas e história, pode ser facilmente confundido com outras condições, como catapora ou molusco contagioso. 


  1. O diagnóstico definitivo requer teste de laboratório específico, o PCR, que detecta o vírus nas lesões de pele, mas essa ferramenta não está disponível em laboratórios clínicos. 


  • Como pode ser tratado? 


  1. De modo geral, nos casos leves, a infecção passa por conta própria, ou seja,  o próprio sistema imunológico é capaz de eliminar o vírus e o paciente ficar completamente curado, sem intervenção alguma.

 

  1. A melhor forma de prevenir surtos é com a vacinação: a vacina da varíola é capaz de prevenir a ampla maioria dos casos de varíola dos macacos, ainda não disponível no Brasil para imunização da população.

 

  1. Em situações muito restritas, as drogas antivirais também podem ser utilizadas, por recomendação médica. Contudo, nenhum desses fármacos foi estudado ou utilizado em áreas endêmicas para tratar a varíola do macaco.

 

É essencial controlar e quebrar as cadeias de transmissão por meio da identificação de casos, com orientação de isolamento, a fim de se reduzir o número total de infectados.


FONTE: CDC, OMS, Ministério da Saúde. 


quarta-feira, 15 de junho de 2022

Abertura do VII DIGO Festival de Cinema Internacional da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás. HOJE, DIA 15 DE JUNHO.

DIGO começa nesta quarta (15) 

O 7º Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás acontece de modo online, do dia 15 ao dia 30 de junho. No dia 29, o público vai poder assistir, presencialmente, ao “Cabaré das Divas” – um show de drags e homenagens, no Goiânia Ouro, às 20h, com entrada gratuita. A abertura do festival ocorre às 20h, desta quarta-feira (15/06), por meio de live no Facebook e Youtube do festival, com os realizadores dos filmes.
Nos 15 dias de festival, os amantes do cinema LGBTI+, vão poder conferir 46 filmes selecionados pela curadoria. Eles estão distribuídos em sete mostras competitivas: Nacional, Goiana, Suzy Capó, Infância Queer, Longa, Digo Animação e Internacional. Os curtas vão estar disponíveis para o público assistir e votar no site do DIGO (www.digofestival.com.br) e os longas pelo Cinebrac (www.cinebrac.com.br). Dentre eles, o filme francês “Amanhecer em Paris”, dirigido por Antony Hickling, que estreia no país.
O DIGO é uma realização da Cristos Produções, que teve o projeto contemplado pelo Edital de Festivais e eventos de arte Aldir Blanc - Concurso 19/2021 SECULT/ Goiás- Secretaria de Cultura, Governo de Goiás. Nesta 7ª edição, os cinco filmes selecionados da categoria “Nacional” e os dez curtas da “Goiana” ganharam, cada um deles R$ 2.000. Os filmes goianos ainda vão concorrer a mais R$ 3.000 como: “Melhor Curta”, na visão do público e do júri técnico. Os melhores filmes vão ser exibidos por mais 30 dias, na plataforma de streaming Cinebrac.

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Mês do Orgulho LGBTQIA +. É preciso racializar as questões da comunidade.

Junho é o Mês do Orgulho da Comunidade LGBTQIA + no mundo inteiro. Desde os acontecimentos em Stonewall Inn, protagonizado por pessoas trans, pretas e latino-americanas -  como Marsha P. Johnson e Sylvia Rivera, papéis fundamentais só reconhecidos nos últimos anos, esse Mês tem sido para demarcar a luta das existências não-normativas por uma vida digna, pelo direito de existir sem as violências estruturais. Diversidade é uma regra na natureza. 

Historicamente, pessoas LGBT+ têm sido submetidas a sanções sociais e assédio legal devido à orientação sexual, criminalizada sob pretextos de religião e moralidade. Na década de 1960, a homossexualidade foi classificada clinicamente como um transtorno mental. Foi só em 17 de maio de 1990 que a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID), sendo importante frisar que, apesar dessa resolução internacional, cada país e cultura tem tratado a questão da homossexualidade de maneira diferente. O Brasil, por exemplo, por meio do Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a orientação sexual como doença ainda em 1985, antes mesmo da resolução da OMS.

Décadas depois, os acontecimentos no Stonewall Inn são vistos como um momento decisivo e fundador do movimento pelos direitos dos homossexuais — um movimento que garantiu o reconhecimento generalizado dos direitos civis LGBT+ nos Estados Unidos (resistências e retrocessos têm ocorrido) e desencadeou outros movimentos de luta por direitos no mundo. No Brasil, em 19 de agosto de 1983, um protesto que ocorreria em um bar frequentado por mulheres lésbicas em São Paulo, o Ferros's Bar, ganharia o nome de "O pequeno Stonewall Inn" brasileiro. 

No Brasil, as pautas gerais do movimento não contemplam a população LBGT+ preta. Ainda temos que lutar para sobreviver. Temos um Estado negligente e violento no qual existe um padrão de violações sistemáticas que nos exclui do acesso à educação, à saúde e ao mercado formal de trabalho, principalmente para as pessoas trans. É preciso racializar a discussão e se atentar às necessidades das outras pessoas da comunidade, como as lésbicas, as travestis e transexuais e os bissexuais. Abandonar o GGGcentrismo é necessário. 

Pessoas da comunidade LGBT+, continuemos a lutar para existirmos e reexistirmos numa sociedade que nos nega a todo o momento o direito de existir. Viva a Diversidade! 





ARRESTED MOVIMENT: DO YOU LOVE YOURSELF?

Arrested Movement is an inclusive portrait series and awareness initiative celebrating and promoting positive body image for men.