Trata-se de um blog voltado para a promoção da saúde de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, 'questioning' e interssexo. Por uma Diversidade na Comunidade, Por uma Diversidade Inclusiva na Sociedade, Por Justiça Social.
terça-feira, 13 de maio de 2025
Do Senado Federal: Bullying e Cyberbullying são crimes.
terça-feira, 6 de maio de 2025
A VIDA NÃO ME ASSUSTA de Maya Angelou.
Sombras dançando nos muros
Sons que brotam do escuro
NADA NA VIDA ME ASSUSTA
Cachorros bravos rosnando
Fantasmas voando em bando
NADA NA VIDA ME ASSUSTA
Bruxa e caldeirão fervendo
Leões livres pela frente
Eles não me assustam nada
Dragão soprando chama
Ao pé da minha cama
ISSO NÃO ME ASSUSTA EM NADA,
Eu grito SAI!
E correndo ele vai
E faço Zoeira
Da sua carreira
Eu não vou chorar
Ele terá de voar
E eu me divirto
Com o seu faniquito
NADA NA VIDA ME ASSUSTA.
Panteras atrás do muro
Estranhos no escuro
NÃO, ELES NÃO ME ASSUSTAM NADA.
Na escola nova,
um pesadelo
Meninos puxam
meu cabelo
(Meninas imbatíveis
de cabelos crespos incríveis)
ELES NÃO ME ASSUSTAM.
Não me mostrem sapos e cobras
E esperem que eu grite.
O medo, se aparecer,
Só nos meus sonhos existe.
Carrego sempre comigo um amuleto escondido
Exploro o fundo do mar
Sem precisar respirar.
NADA NA VIDA ME ASSUSTA NADA.
NADA NA VIDA ME ASSUSTA.
Maya Angelou

Maya Angelou
foi uma escritora, poetisa, atriz, diretora de cinema, professora e ativista dos direitos civis dos
Estados Unidos. Nascida em 1928, ela encontrou na literatura uma forma
de expressar sua voz e superar desafios.
Angelou foi uma
figura proeminente no movimento dos direitos civis, colaborando com
líderes como Martin Luther King Jr. e Malcolm X.
segunda-feira, 5 de maio de 2025
Todos os seres humanos devem ser reconhecidos como livres e iguais em dignidade e direitos, sem distinção de sua orientação sexual ou identidade de gênero.
segunda-feira, 31 de março de 2025
Dia Internacional da Visibilidade Trans.
O Dia da Visibilidade Trans, celebrado em 31 de janeiro, é uma data de extrema importância para a comunidade transgênero no Brasil e no mundo. Este dia foi escolhido para marcar o lançamento da campanha "Travesti e Respeito", em 2004, pelo Ministério da Saúde, um marco na luta por direitos e reconhecimento.
A visibilidade trans vai além de celebrar a existência de pessoas trans; é sobre dar voz e destaque às suas lutas, desafios e conquistas. É um momento para refletir sobre a transfobia, o preconceito e a violência que ainda assolam essa comunidade, e para promover a inclusão, o respeito e a igualdade.
O papel das pessoas trans negras
Dentro da comunidade trans, as pessoas trans negras enfrentam desafios ainda maiores. A interseccionalidade de raça e identidade de gênero as coloca em uma posição de vulnerabilidade extrema, expostas a um regime de violência que combina racismo e transfobia.
A luta das pessoas trans negras é, portanto, uma luta dupla: contra a discriminação de gênero e contra o racismo estrutural. Elas são agentes de transformação social, quebrando estereótipos e abrindo caminhos para futuras gerações.
A importância da visibilidade
A visibilidade é fundamental para combater o preconceito e a desinformação. Ao compartilhar suas histórias e experiências, as pessoas trans negras inspiram outras pessoas e mostram a importância da diversidade.
Além disso, a visibilidade é essencial para a criação de políticas públicas eficazes que garantam os direitos e a segurança da comunidade trans negra. É preciso que suas vozes sejam ouvidas e que suas necessidades sejam atendidas.
Neste Dia da Visibilidade Trans, é importante celebrar a coragem e a resistência das pessoas trans negras, e reafirmar o compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
domingo, 30 de março de 2025
Intimate partner violence.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2025
Racismo na Comunidade LGBTQIAP+: Uma Interseção Dolorosa.
A interseção entre racismo e LGBTQIA+fobia cria uma realidade complexa e desafiadora para muitas pessoas. Indivíduos negros e indígenas LGBTQIAP+ enfrentam uma dupla discriminação, sofrendo tanto pelo preconceito racial quanto pela homofobia e transfobia.
Por que essa interseção é tão problemática?
* Invisibilização: As experiências específicas de pessoas negras e indígenas LGBTQIAP+ muitas vezes são invisibilizadas tanto nos movimentos sociais quanto nas políticas públicas.
* Discriminação dentro da comunidade: Infelizmente, o racismo também se manifesta dentro da própria comunidade LGBTQIAP+, com pessoas negras e indígenas enfrentando preconceito e exclusão.
* Impacto na saúde mental: A dupla discriminação pode levar a altos níveis de estresse, ansiedade e depressão, além de aumentar o risco de suicídio.
* Dificuldade de acesso a serviços: Pessoas negras e indígenas LGBTQIAP+ frequentemente enfrentam dificuldades para acessar serviços de saúde, educação e justiça, devido à discriminação e ao racismo institucional.
Quais as consequências do racismo na comunidade LGBTQIAP+?
* Aumento da desigualdade: A dupla discriminação aprofunda as desigualdades sociais, limitando as oportunidades de vida para pessoas negras e indígenas LGBTQIAP+.
* Fragilização dos movimentos sociais: A falta de representatividade e a discriminação interna fragilizam os movimentos sociais LGBTQIAP+, dificultando a luta por direitos.
* Perpetuação de estereótipos: O racismo reforça estereótipos negativos sobre pessoas negras e indígenas, contribuindo para a discriminação e a violência.
Como combater o racismo na comunidade LGBTQIAP+?
* Conscientização: É fundamental promover a conscientização sobre a interseccionalidade entre racismo e LGBTQIA+fobia, tanto dentro quanto fora da comunidade.
* Inclusão: É preciso garantir a inclusão de pessoas negras e indígenas LGBTQIAP+ em espaços de decisão e liderança nos movimentos sociais.
* Políticas públicas: É urgente a implementação de políticas públicas que combatam o racismo e a LGBTQIA+fobia de forma interseccional.
* Alianças: É importante construir alianças entre os movimentos sociais negros, indígenas e LGBTQIAP+, fortalecendo a luta por direitos.
Em resumo, o racismo na comunidade LGBTQIAP+ é uma questão complexa e urgente que exige ações concretas para ser combatida. É preciso construir uma sociedade mais justa e igualitária, onde todas as pessoas possam viver suas vidas com dignidade e respeito.












