Trata-se de um blog voltado para a promoção da saúde de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, 'questioning' e interssexo. Por uma Diversidade na Comunidade, Por uma Diversidade Inclusiva na Sociedade, Por Justiça Social.
segunda-feira, 25 de abril de 2022
terça-feira, 19 de abril de 2022
Pelos Direitos Indígenas do Brasil. O genocídio persiste. Denunciem!
segunda-feira, 21 de março de 2022
The International Day for the Elimination of Racial Discrimination.
terça-feira, 8 de março de 2022
Dia 8 de março, Dia Internacional das Mulheres. Tempo de celebrar, Tempo de protestar. A luta continua.
Mundialmente, o dia 8 de março é considerado o Dia Internacional das Mulheres. Um dia que surgiu no movimento operário e que se tornou um evento anual reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975. Redução das jornadas de trabalho, direito ao voto e salários melhores foram as pautas iniciais.
Atualmente, estamos vivendo em tempos de guerra, seja sanitária, seja político-econômica, o que tem demandado grandes esforços nos movimentos que atuam com as políticas de grupos sociais vulneráveis num cenário de injustiças sociais no qual esses grupos são constantemente sucateados e colocados literalmente à margem.
O mundo vem passando por mudanças que têm transformado a sociedade com a perda da força de muitos dos conceitos moralistas, machistas e sexistas. No Brasil, o contexto patriarcal marca a história e cultura do passado e do presente: dados mostram que a violência contra as mulheres cresceu durante a pandemia. No entanto, enquanto a violência contra a mulher negra acompanhou esse crescimento, a violência contra a mulher branca apresentou uma queda. Uma pesquisa do IPEA mostra que 61% das vítimas de feminicídio são negras, ou seja, ser mulher negra no Brasil é uma luta ainda mais árdua por identidade, por direitos, pelo lugar de fala, por sobrevivência. Como disse Lélia Gonzalez (1985): A dominação e objetificação das mulheres negras brasileiras advém de lugares social e historicamente definidos, posto que os ranços da colonização lhes apregoaram uma condição de subalternidade e o consequente sexismo.
Num momento em que as conquistas sociais estão sendo sistematicamente subtraídas e em constante ameaça de subtrações e retrocessos, é tempo de valorizar a memória de lutas de mulheres negras, visando fortalecê-las na atualidade, com o resgate histórico, partilhando conhecimentos e inspiração, rumo a uma sociedade mais igualitária, democrática e antirracista.
Tambem se faz importante lembrar das mulheres indígenas e das mulheres trans porque essas sofrem constantemente pela violência, inclusive com repercussões nas suas expectativas de vida: mulheres trans tem uma expectativa de vida de menos de 35 anos.
O racismo estrutural e estruturante adoece e mata! A transfobia adoece e mata! O patriarcado e o machismo adoecem e matam!
Vivam as Mulheres do Mundo. É tempo de celebrar, é tempo de protestar, é tempo de continuar a luta por direitos, principalmente o direito de viver livre e dignamente.
sábado, 26 de fevereiro de 2022
Travesti não é brincadeira! Respeito é bom e ELAS gostam. Vivam AS TRAVESTIS.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022
Skater Timothy LeDuc: First non-binary athlete to compete in Winter Olympics.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2022
CHILDHOOD CANCER.
domingo, 13 de fevereiro de 2022
A Sífilis tem cura. Façam o teste. É seguro, rápido e gratuito. Procurem uma Unidade de Saúde mais próxima.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2022
Dia 29 de Janeiro, Dia Nacional de Visibilidade Trans. Contra a transfobia a nossa luta é todo dia.
No Brasil, no dia 29 de Janeiro, é celebrado o Dia Nacional de Visibilidade Trans, porém a transfobia ainda impera nesse Brasil do ano de 2022. Infelizmente, os corpos das pessoas trans são mais vulneráveis a sofrer todos os tipos de violência, seja pela sociedade, seja pelo Estado, ambos têm como referenciais a lógica da cisheteronormatividade.
O Estado Brasileiro é historicamente marcado pela violação dos direitos humanos, sociais e políticos das pessoas trans. Segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), em seu Dossiê Assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras em 2021, ocorreram pelo menos 140 (cento de quarenta) assassinatos de pessoas trans, sendo 135 (cento e trinta e cinco) travestis e mulheres transexuais, e 05 (cinco) casos de homens trans e pessoas transmasculinas. O ano de 2021 revelou ainda um aumento de 141% em relação a 2008, o ano que a ONG Transgender Europe (TGEU) inicia o monitoramento global e que apresentou o número mais baixo de casos relatados, saindo de 58 assassinatos em 2008 para 140 em 2021.
Precisamos mudar essa nefasta realidade! É fundamental que tenhamos um Estado cujo papel seja o de promover o exercício pleno da cidadania por meio da educação para a inclusão de todas as pessoas, assim como políticas públicas que valorizem o respeito às diferenças humanas, campanhas destinadas à promoção da diversidade sexual e o enfrentamento à discriminação transfóbica.
Vidas de pessoas trans importam! Seja um aliado, uma aliada, aliade de pessoas trans sem inviabilizar e protagonizar seu papel.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2022
terça-feira, 25 de janeiro de 2022
terça-feira, 11 de janeiro de 2022
A PANDEMIA CONTINUA...Presença da variante Ômicron avança no mundo.
A variante ômicron do novo coronavírus, considerada quatro vezes mais transmissível do que a delta nos estágios iniciais da covid-19, tem preocupado autoridades de saúde do mundo inteiro desde sua identificação em novembro de 2021. Ela tem se espalhado rapidamente pelo planeta em poucas semanas e tem elevado o número de infectados em países das Américas, da Europa.
Graças às vacinas e sua proteção, os sintomas têm sido mais brandos e o número de mortes não tem crescido no mesmo ritmo de sua transmissão, porém a nova cepa do coronavírus tem causado sobrecarga no atendimento de postos de saúde e hospitais o que tem levado à exaustão dos profissionais de saúde já que os próprios funcionários estão adoecendo, reduzindo o número de trabalhadores.
Aqui no Brasil, temos uma particularidade: a pandemia do coronavírus tem ocorrido simultaneamente a uma epidemia de gripe causada por uma cepa do H3N2, um subtipo do vírus Influenza A, que causa sintomas parecidos com os da covid-19. Mais um fator que tem levado ao crescente número de buscas por atendimento em saúde.
De acordo com OMS, o número de casos globais tem aumentado vertiginosamente. Na sua maioria casos brandos, porém há casos graves em todo o mundo, principalmente em pessoas que não foram vacinadas.
A ômicron é altamente contagiosa e pode infectar pessoas, mesmo as que estão totalmente vacinadas. No entanto, as vacinas são essenciais, pois ajudam a proteger contra casos graves que podem levar a hospitalização ou até morte. É tempo de mantermos os nossos cuidados. É responsabilidade de todos nós.
USE MÁSCARA. EU TE PROTEJO, VOCÊ ME PROTEGE. JUNTOS PROTEGEMOS A TODOS!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2021
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
sexta-feira, 17 de dezembro de 2021
CUIDAR-SE.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2021
sábado, 20 de novembro de 2021
quinta-feira, 4 de novembro de 2021
4 November: International day against violence and bullying at school including cyberbullying.
This year we will mark the International Day on Thursday 4 November 2021 under the theme “Tackling cyberbullying and other forms of online violence involving children and young people”.
Although global data is limited, evidence shows that cyberbullying has been on the rise in various regions during the pandemic. In Europe, 44% of children(link is external) who were cyberbullied prior to COVID-19 reported that it had increased during lockdown. Data from several countries also reveals that children, in particular girls at the age of 11 to 13 years, are increasingly at risk of being targeted by criminal sex predators. In the USA, 98% of online predators have never met their targets in real life.
Although online violence is not limited to school premises, the education system has an important role to play in addressing online safety, digital citizenship and technology use. Formal education can and should play a key role in providing children and young people with the knowledge and skills to identify online violence and protect themselves from its different forms, whether perpetrated by peers or adults.
Online violence including cyber bullying has a negative effect on academic achievement, mental health, and quality of life of students. Children who are frequently bullied are nearly three times as likely to feel left out at school as those who are not. They are also twice as likely to miss out on school and have a higher tendency to leave formal education after finishing secondary school.
This Day calls on global awareness of the problem of online violence and cyberbullying, its consequences and the need to put an end to it. It calls on the attention of students, parents, members of the educational community, education authorities and a range of sectors and partners, including the tech industry, to encourage everyone to take a part in preventing online violence for the safety and wellbeing of children and youth.


