Trata-se de um blog voltado para a promoção da saúde de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, 'questioning' e interssexo. Por uma Diversidade na Comunidade, Por uma Diversidade Inclusiva na Sociedade, Por Justiça Social.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023
sexta-feira, 27 de janeiro de 2023
29 de janeiro é Dia Nacional da Visibilidade Trans. Respeito e Dignidade às pessoas transexuais, travestis e transgêneros!
A comunidade LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, também chamada de minorias sexuais, representa uma população crescente e subatendida nas suas necessidades de saúde. A invisibilidade da diversidade de gênero no cuidado em saúde permanece como uma ameaça ao direito à saúde, um direito fundamental do ser humano.
Pessoas transgêneras são definidas de acordo com sua apresentação e identidade de gênero. Este grupo compreende indivíduos cuja identidade de gênero difere do sexo originalmente assinalado ao nascimento ou cuja expressão de gênero varia significantemente daquele tradicionalmente associado com o sexo típico designado ao nascimento (i.e., pessoas identificadas como masculino ao nascimento que subsequentemente se identifica como feminino, e pessoas identificadas como feminina ao nascimento que posteriormente se identifica como masculino), bem como outros indivíduos que variam ou rejeitam as conceitualizações culturais tradicionais de gênero em termos da dicotomia masculino-feminino, sendo diversa na sua orientação sexual, expressão e identidade de gênero. Alguns indivíduos transgêneros realizam intervenções médicas para alterar sua fisiologia e anatomia sexuais, outros desejam realizar estes procedimentos no futuro, e ainda há aqueles que não. Pessoas transgêneros podem ser heterossexual, homossexual ou bissexual na sua orientação sexual.
Aproximadamente 75% dos indivíduos transgêneros têm o início da sua identificação com o sexo oposto na infância precoce, enquanto 25% dos pacientes descobrem sua identidade na vida tardia.
É importante lembrar que ainda persiste a psiquiatrização da transexualidade ou a transpatologização, o que torna obrigatório a obtenção de um laudo psiquiátrico para uma pessoa trans se dizer quem é, deslegitimando sua autonomia.
Inúmeros estudos têm identificado alta carga de iniquidades em saúde, comumente relatando saúde geral pobre, como exames Papanicolau anormais, infecções sexualmente transmissíveis, infecção pelos vírus das hepatites B ou C, asma, uso de drogas ilícitas, dependência de nicotina, violência, uso abusivo de álcool, transtorno do estresse pós-traumático, entre outros.
A experiência transexual nos remete para um campo de reflexão cheio de questões complexas, e aqui discutir a efetividade de políticas públicas se impõe, bem como uma análise crítica de tais propostas. Promover a inclusão social de grandes parcelas marginalizadas da população é um grande desafio para os gestores quando se formulam políticas públicas.

A população LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e transexuais – é vulnerável quanto ao atendimento de seus direitos humanos, incluindo o acesso aos serviços públicos de saúde, sendo necessário perceber as barreiras e as dificuldades que pessoas LGBT encontram na área da saúde.
A marginalização social das pessoas trans sob a forma da transfobia, ou seja, a experiência da discriminação baseada numa identidade ou expressão de gênero que varia com o sexo designado ao nascimento, também constitui uma barreira ao acesso aos cuidados médicos, tanto nos cuidados primários quanto nas especialidades, como saúde mental.
A TRANSFOBIA ADOECE E MATA! LEVANTE-SE PELO FIM DA TRANSFOBIA!
domingo, 15 de janeiro de 2023
sábado, 24 de dezembro de 2022
quinta-feira, 1 de dezembro de 2022
Dia Mundial de Luta Contra a Aids no Brasil: conquistas e velhos e novos desafios para enfrentarmos enquanto coletividade. Testem-se.
No Brasil, a cada hora, ao menos cinco pessoas foram infectadas pelo HIV em 2021. Segundo estimativa da ONU, ao longo do ano passado o Brasil teve 50 mil novos casos, o que fez o país chegar à marca de 960 mil pessoas vivendo com HIV. A AIDS afeta desproporcionalmente pessoas negras, homens que fazem sexo com homens, usuários de drogas e mulheres trans, como mostra o relatório anual do UNAIDS.
Em 2021, foram 650 mil mortos em decorrência da AIDS no mundo, 13 mil deles no Brasil. No Brasil, 694 mil pessoas estão em tratamento contra o HIV. No ano passado, 45 mil novos pacientes iniciaram a chamada terapia antirretroviral. De acordo com o Ministério da Saúde, os números representam cobertura de 81% das pessoas diagnosticadas com HIV no país. Do total de pacientes em tratamento, 95% já não transmitem o vírus por via sexual por terem atingido carga viral suprimida: INDETECTÁVEL = INTRANSMISSÍVEL.
Segundo dados do Ministério da Saúde, entre os anos de 2010 e 2020, enquanto a proporção de casos de AIDS caiu 9,8% entre pessoas brancas no Brasil, entre pessoas negras houve aumento de 12,9%. Entre as mortes por AIDS, o período registra o a mesma situação: queda de 10% entre pessoas brancas e crescimento de 10% entre pessoas negras.
Nos últimos 4 anos, temos convivido com o desmonte do Sistema Único de Saúde por parte do Governo Federal, agravado pela pandemia, assim como a piora da exclusão, do preconceito, do estigma, o que piorou os cuidados em HIV/AIDS.
O 1 de dezembro marca o momento de reconhecimento de conquistas, porém reitera a necessidade de enfrentarmos os velhos e os novos desafios no combate à infecção por HIV e à AIDS. Equidade já! VIVA O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE!
quarta-feira, 30 de novembro de 2022
ВИЧ
Основные факты
- Для достижения новых целевых показателей «95–95–95», предложенных ЮНЭЙДС, необходимо удвоить усилия по предупреждению наихудшего сценария, при котором смертность в связи с ВИЧ в ближайшие 10 лет достигнет 7,7 млн случаев, а показатели инфицирования ВИЧ будут расти в результате перебоев в оказании помощи при ВИЧ в период пандемии COVID-19 и замедления темпов борьбы с ВИЧ в рамках общественного здравоохранения.
- ВИЧ остается одной из основных проблем глобального общественного здравоохранения: на сегодняшний день этот вирус унес 40,1 млн [33,6–48,6 млн] человеческих жизней.
- В 2021 г. от причин, связанных с ВИЧ-инфекцией, умерло 650 000 [510 000–860 000] человек, и было зарегистрировано 1,5 млн [1,1–2,0 млн] новых случаев заражения ВИЧ.
- Средства, позволяющего полностью излечить ВИЧ-инфекцию, не существует. Однако благодаря расширению доступа к эффективным средствам профилактики, диагностики и лечения ВИЧ и оппортунистических инфекций, а также ухода за пациентами, ВИЧ-инфекция перешла в категорию поддающихся терапии хронических заболеваний, и ВИЧ-инфицированные могут прожить долгую и здоровую жизнь.
- По состоянию на конец 2021 г. в мире, согласно оценкам, насчитывалось 38,4 млн [33,9–43,8 млн] человек, живущих с ВИЧ-инфекцией, две трети из которых (25,6 млн) проживали в Африканском регионе ВОЗ.
WORLD AIDS DAY, 1 December.
Tomorrow is World AIDS Day, an opportunity for people worldwide to unite in the first against HIV, to show support for people living with HIV, and to commemorate those who we've lost along the way to where we are. All people living with HIV are eligible for and should have access to HIV treatment.
terça-feira, 29 de novembro de 2022
quarta-feira, 9 de novembro de 2022
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
É Lula 13! Por um Brasil democrático, votem em Lula 13 neste domingo.
terça-feira, 18 de outubro de 2022
sábado, 17 de setembro de 2022
terça-feira, 13 de setembro de 2022
quarta-feira, 24 de agosto de 2022
quinta-feira, 18 de agosto de 2022
MONKEYPOX: Como uma pessoa pode diminuir seu risco durante o sexo? PROTEJAM-SE.

Monkeypox não é considerada uma doença sexualmente transmissível, mas muitas vezes é transmitida através de contato físico próximo e sustentado, que pode incluir contato sexual.
Converse com seu parceiro sobre quaisquer sintomas de varíola e esteja ciente de qualquer erupção ou lesão nova ou inexplicável em qualquer um de seus corpos, incluindo boca, genitais (pênis, testículos, vulva ou vagina) ou ânus (bumbum). Se você ou seu parceiro tiver ou teve recentemente sintomas de varíola, ou se tiver uma erupção cutânea nova ou inexplicável em qualquer parte do corpo, não faça sexo e consulte um profissional de saúde. Em alguns casos, os sintomas podem ser leves e algumas pessoas podem nem saber que têm varíola dos macacos.
Se você ou um parceiro tem varicela ou pensa que pode ter varicela, a melhor maneira de proteger a si e aos outros é evitar sexo de qualquer tipo (oral, anal, vaginal) e de se beijar ou tocar o corpo um do outro – enquanto estiver doente. Especialmente evite tocar em qualquer erupção cutânea. Não compartilhe coisas como toalhas, equipamentos de fetiche, brinquedos sexuais e escovas de dentes.

Mesmo se você se sentir bem, aqui estão algumas maneiras de reduzir suas chances de ser exposto à varíola se você for sexualmente ativo:
1. Faça uma pausa temporária nas atividades que aumentam a exposição à varíola dos macacos até duas semanas após a segunda dose (caso tenha sido vacinado). Isso reduzirá muito seu risco.
2. Limite o número de parceiros sexuais para reduzir a probabilidade de exposição.
3. Espaços como quartos escuros (dark rooms), saunas, clubes de sexo ou festas de sexo públicas e privadas, onde ocorre contato sexual íntimo, muitas vezes anônimo, com vários parceiros - são mais propensos a espalhar a varíola.
4. Preservativos (látex ou poliuretano) podem proteger seu ânus (bumbum), boca, pênis ou vagina da exposição à varíola. No entanto, os preservativos sozinhos podem não prevenir todas as exposições à varíola dos macacos, uma vez que a erupção pode ocorrer em outras partes do corpo.
5. Luvas (látex, poliuretano ou nitrila) também podem reduzir a possibilidade de exposição ao inserir dedos ou mãos na vagina ou no ânus. As luvas devem cobrir toda a pele exposta e ser removidas com cuidado para evitar tocar na superfície externa.
6. Evite beijar ou trocar saliva, pois a varíola pode se espalhar dessa maneira.
7. Masturbar-se juntos à distância sem tocar um no outro e sem tocar em nenhuma erupção cutânea.
8. Faça sexo virtual sem contato pessoal.
9. Considere fazer sexo com suas roupas ou cobrindo áreas onde a erupção está presente, reduzindo o máximo possível o contato pele a pele. Equipamentos de couro ou látex também fornecem uma barreira ao contato pele a pele; apenas certifique-se de trocar ou limpar a roupa/equipamento entre os parceiros e após o uso.
10. Esteja ciente de que a varíola dos macacos também pode se espalhar através de secreções respiratórias com contato próximo e cara a cara.
11. Lembre-se de lavar as mãos, equipamentos de fetiche, brinquedos sexuais e qualquer tecido (roupa de cama, toalhas, roupas) depois de fazer sexo.

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