segunda-feira, 24 de julho de 2023

25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, Dia de Tereza de Benguela.

 

                                      Dia Nacional deTereza de Benguela e da Mulher Negra

O Dia Internacional da Mulher Negra, Latina e Caribenha é celebrado em 25 de julho. Esta data tem como objetivo destacar e homenagear as contribuições, as lutas e a resistência das mulheres negras, latinas e caribenhas em todo o mundo.

A escolha do dia 25 de julho para essa comemoração está relacionada ao histórico Encontro de Mulheres Afro-Latinas e Afro-Caribenhas, que ocorreu nessa data em 1992, na República Dominicana. Nesse encontro, mulheres de diversas origens, etnias e países se reuniram para discutir questões que afetam suas comunidades e para fortalecer a união em prol da igualdade de gênero e da valorização da identidade e cultura afrodescendentes.

A celebração do Dia Internacional da Mulher Negra, Latina e Caribenha é uma oportunidade de ampliar a visibilidade e o reconhecimento das lutas específicas que essas mulheres enfrentam, incluindo discriminação racial, machismo, desigualdades sociais e falta de representação. É também uma oportunidade para promover a conscientização e a valorização da diversidade e riqueza cultural dessas comunidades.

Neste dia, diversas atividades são realizadas em diferentes lugares do mundo, como conferências, mesas-redondas, manifestações, shows culturais, exposições de arte e outras iniciativas que buscam dar voz e espaço para as experiências e demandas das mulheres negras, latinas e caribenhas. Além disso, é uma oportunidade para reforçar o compromisso com a luta pela igualdade de gênero e pelo respeito aos direitos humanos de todas as mulheres, independentemente de sua origem étnica ou cultural.

De acordo com um relatório da Anistia Internacional, mulheres negras representam 62% das vítimas de feminicídio no Brasil. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgado em 2022 também mostrou que 62% das vítimas de feminicídio no Brasil são negras. A violência contra mulheres negras é um problema grave no país e precisa ser combatido, assim como reforçar a importância de ampliar e fortalecer as ações de enfrentamento a todas as formas de feminicídio, a partir de ações governamentais integradas e intersetoriais, de forma a combater e prevenir as mortes violentas de mulheres por razões da condição do sexo feminino (por razões de gênero).

VIVAM AS MULHERES NEGRAS! VIVA TEREZA DE BENGUELA! 

quinta-feira, 25 de maio de 2023

Ásia e África são os continentes onde predominam a criminalização contra as pessoas LGBT+.

 


67

jurisdições criminalizam a atividade sexual privada, consensual e entre pessoas do mesmo sexo. A maioria dessas jurisdições criminaliza explicitamente o sexo entre homens por meio de leis de "sodomia", "corrupção" e "crimes não naturais". Quase metade delas são jurisdições da Commonwealth.


41

países criminalizam a atividade sexual privada e consensual entre mulheres usando leis contra "lesbianismo", "relações sexuais com uma pessoa do mesmo sexo" e "indecência grosseira". Mesmo em jurisdições que não criminalizam explicitamente as mulheres, as lésbicas e as mulheres bissexuais têm sido submetidas à prisão ou à ameaça de prisão.


11

países têm jurisdições nas quais a pena de morte é imposta ou, pelo menos, uma possibilidade de atividade sexual privada e consensual entre pessoas do mesmo sexo. Pelo menos 6 desses países aplicam a pena de morte - Irã, Norte da Nigéria, Arábia Saudita, Somália e Iêmen - e a pena de morte é uma possibilidade legal no Afeganistão, Brunei, Mauritânia, Paquistão, Catar e Emirados Árabes Unidos.


14

países criminalizam a identidade e/ou expressão de gênero de pessoas transgênero, usando as chamadas leis de "travestismo", "personificação" e "disfarce". Em muitos outros países, os transgêneros são alvo de uma série de leis que criminalizam a atividade entre pessoas do mesmo sexo e a vadiagem, o vandalismo e os crimes contra a ordem pública.


A CONCRETIZAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS PARA AS PESSOAS LGBTQIAP+  CONTRIBUI PARA A CONSOLIDAÇÃO DE UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA E IGUALITÁRIA.





segunda-feira, 15 de maio de 2023

A subnotificação ainda impera em relação às mortes de pessoas LGBT+ no Brasil.

Sigam os órgãos oficiais que constituem o Observatório.                                              Digam não à Homobilesbotravestitransfobia! 

sexta-feira, 7 de abril de 2023

O que é saúde? Do que você precisa para ter saúde?

Todos os dias é dia de refletirmos sobre as nossas necessidades de saúde,  sobre o que nós podemos fazer para ter saúde e sobre o que os governos e seus governantes têm feito para que seus povos tenham saúde no conceito ampliado do termo. Saúde e dignidade para as vidas e os viveres. 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

29 de janeiro é Dia Nacional da Visibilidade Trans. Respeito e Dignidade às pessoas transexuais, travestis e transgêneros!

A comunidade LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, também chamada de minorias sexuais, representa uma população crescente e subatendida nas suas necessidades de saúde. A invisibilidade da diversidade de gênero no cuidado em saúde permanece como uma ameaça ao direito à saúde, um direito fundamental do ser humano.

Pessoas transgêneras são definidas de acordo com sua apresentação e identidade de gênero. Este grupo compreende indivíduos cuja identidade de gênero difere do sexo originalmente assinalado ao nascimento ou cuja expressão de gênero varia significantemente daquele tradicionalmente associado com o sexo típico designado ao nascimento (i.e., pessoas identificadas como masculino ao nascimento que subsequentemente se identifica como feminino, e pessoas identificadas como feminina ao nascimento que posteriormente se identifica como masculino), bem como outros indivíduos que variam ou rejeitam as conceitualizações culturais tradicionais de gênero em termos da dicotomia masculino-feminino, sendo diversa na sua orientação sexual, expressão e identidade de gênero. Alguns indivíduos transgêneros realizam intervenções médicas para alterar sua fisiologia e anatomia sexuais, outros desejam realizar estes procedimentos no futuro, e ainda há aqueles que não. Pessoas transgêneros podem ser heterossexual, homossexual ou bissexual na sua orientação sexual.

Aproximadamente 75% dos indivíduos transgêneros têm o início da sua identificação com o sexo oposto na infância precoce, enquanto 25% dos pacientes descobrem sua identidade na vida tardia.

É importante lembrar que ainda persiste a psiquiatrização da transexualidade ou a transpatologização, o que torna obrigatório a obtenção de um laudo psiquiátrico para uma pessoa trans se dizer quem é, deslegitimando sua autonomia.

Inúmeros estudos têm identificado alta carga de iniquidades em saúde, comumente relatando saúde geral pobre, como exames Papanicolau anormais, infecções sexualmente transmissíveis, infecção pelos vírus das hepatites B ou C, asma, uso de drogas ilícitas, dependência de nicotina, violência, uso abusivo de álcool, transtorno do estresse pós-traumático, entre outros.

A experiência transexual nos remete para um campo de reflexão cheio de questões complexas, e aqui discutir a efetividade de políticas públicas se impõe, bem como uma análise crítica de tais propostas. Promover a inclusão social de grandes parcelas marginalizadas da população é um grande desafio para os gestores quando se formulam políticas públicas. 


A população LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e transexuais – é vulnerável quanto ao atendimento de seus direitos humanos, incluindo o acesso aos serviços públicos de saúde, sendo necessário perceber as barreiras e as dificuldades que pessoas LGBT encontram na área da saúde.

A marginalização social das pessoas trans sob a forma da transfobia, ou seja, a experiência da discriminação baseada numa identidade ou expressão de gênero que varia com o sexo designado ao nascimento, também constitui uma barreira ao acesso aos cuidados médicos, tanto nos cuidados primários quanto nas especialidades, como saúde mental.

A TRANSFOBIA ADOECE E MATA! LEVANTE-SE PELO FIM DA TRANSFOBIA!











quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Dia Mundial de Luta Contra a Aids no Brasil: conquistas e velhos e novos desafios para enfrentarmos enquanto coletividade. Testem-se.


No Brasil, a cada hora, ao menos cinco pessoas foram infectadas pelo HIV em 2021. Segundo estimativa da ONU, ao longo do ano passado o Brasil teve 50 mil novos casos, o que fez o país chegar à marca de 960 mil pessoas vivendo com HIV. A AIDS afeta desproporcionalmente pessoas negras, homens que fazem sexo com homens, usuários de drogas e mulheres trans, como mostra o relatório anual do UNAIDS. 

Em 2021, foram 650 mil mortos em decorrência da AIDS no mundo, 13 mil deles no Brasil. No Brasil, 694 mil pessoas estão em tratamento contra o HIV. No ano passado, 45 mil novos pacientes iniciaram a chamada terapia antirretroviral. De acordo com o Ministério da Saúde, os números representam cobertura de 81% das pessoas diagnosticadas com HIV no país. Do total de pacientes em tratamento, 95% já não transmitem o vírus por via sexual por terem atingido carga viral suprimida: INDETECTÁVEL = INTRANSMISSÍVEL.

Segundo dados do Ministério da Saúde, entre os anos de 2010 e 2020, enquanto a proporção de casos de AIDS caiu 9,8% entre pessoas brancas no Brasil, entre pessoas negras houve aumento de 12,9%. Entre as mortes por AIDS, o período registra o a mesma situação: queda de 10% entre pessoas brancas e crescimento de 10% entre pessoas negras.

Nos últimos 4 anos, temos convivido com o desmonte do Sistema Único de Saúde por parte do Governo Federal, agravado pela pandemia, assim como a piora da exclusão, do preconceito, do estigma, o que piorou os cuidados em HIV/AIDS.

O 1 de dezembro marca o momento de reconhecimento de conquistas, porém reitera a necessidade de enfrentarmos os velhos e os novos desafios no combate à infecção por HIV e à AIDS. Equidade já! VIVA O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE!





quarta-feira, 30 de novembro de 2022

DÍA MUNDIAL DEL SIDA 2022. Fonte: OPAS





 

ВИЧ

 

Основные факты

  • Для достижения новых целевых показателей «95–95–95», предложенных ЮНЭЙДС, необходимо удвоить усилия по предупреждению наихудшего сценария, при котором смертность в связи с ВИЧ в ближайшие 10 лет достигнет 7,7 млн случаев, а показатели инфицирования ВИЧ будут расти в результате перебоев в оказании помощи при ВИЧ в период пандемии COVID-19 и замедления темпов борьбы с ВИЧ в рамках общественного здравоохранения.
  • ВИЧ остается одной из основных проблем глобального общественного здравоохранения: на сегодняшний день этот вирус унес 40,1 млн [33,6–48,6 млн] человеческих жизней.
  • В 2021 г. от причин, связанных с ВИЧ-инфекцией, умерло 650 000 [510 000–860 000] человек, и было зарегистрировано 1,5 млн [1,1–2,0 млн] новых случаев заражения ВИЧ.
  • Средства, позволяющего полностью излечить ВИЧ-инфекцию, не существует. Однако благодаря расширению доступа к эффективным средствам профилактики, диагностики и лечения ВИЧ и оппортунистических инфекций, а также ухода за пациентами, ВИЧ-инфекция перешла в категорию поддающихся терапии хронических заболеваний, и ВИЧ-инфицированные могут прожить долгую и здоровую жизнь.
  • По состоянию на конец 2021 г. в мире, согласно оценкам, насчитывалось 38,4 млн [33,9–43,8 млн] человек, живущих с ВИЧ-инфекцией, две трети из которых (25,6 млн) проживали в Африканском регионе ВОЗ.



Journée mondiale de lutte contre le sida 2022.





 

اليوم العالمي للإيدز 2022