Trata-se de um blog voltado para a promoção da saúde de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, 'questioning' e interssexo. Por uma Diversidade na Comunidade, Por uma Diversidade Inclusiva na Sociedade, Por Justiça Social.
quarta-feira, 24 de abril de 2019
sábado, 20 de abril de 2019
sexta-feira, 19 de abril de 2019
População indígena no Brasil enfrenta dificuldades de acesso à diagnóstico e tratamento para HIV.
Cerca de 80% da população indígena brasileira vive em aldeias e tem dificuldades em acessar os centros de saúde com a frequência necessária. Segundo a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) “é preciso entender melhor quais são os obstáculos e os desafios dessa população, para que possamos avançar na gestão da saúde indígena”.
Estima-se que existam 370 milhões de pessoas indígenas no mundo. Quase 900 mil delas estão no Brasil, onde há o maior número de comunidades da América Latina – 305, segundo o relatório Povos Indígenas na América Latina. No Brasil o número de indivíduos nessa população é de aproximadamente 897 mil indivíduos.
Dados da Sesai mostraram que o número de casos diagnosticados de aids dobrou do ano de 2015 para o ano de 2016. Eram 6 casos em 2015 e no ano seguinte foram diagnosticadas 12 infecções. No entanto, estima-se que há uma grande subnotificação devido a dificuldade de acessar os povos que vivem em áreas mais isoladas.
Segundo a Sesai, uma das razões para o aumento de doenças nessa população acontece devido ao desconhecimento sobre as doenças, abuso de álcool, viagem de indígenas a centros urbanos, além de fatores externos, como a ocupação ilegal de não-indígenas, o trabalho de missões religiosas e a presença das Forças Armadas em áreas remotas.
A crise venezuelana fez com que centenas de indígenas procurassem o Brasil para que pudessem ter acesso à saúde. “Se todo o país está em risco, as comunidades indígenas estão ainda mais, porque vivem em condições sanitárias extremamente precárias”, comentou Marianella Herrara, diretora do Observatório Venezuelano da Saúde (OVS).
A prevalência do HIV chega a 10% em algumas comunidades. “Nas pequenas, quase todos os homens entre 16 e 23 anos têm o vírus”, afirmou o médico holandês Jacobus de Waard, do Instituto de Biomedicina da Universidade Central da Venezuela, que trata dos warao, etnia que mais procurou por refúgio no Brasil e que, hoje, conta com um acampamento na cidade de Boa Vista, em Roraima. “Em algumas comunidades, 35% da população adulta masculina está infectada. Em relação às mulheres, os casos chegam a 2%”.
A porcentagem de infecção nessa população é significativa, já vez que a prevalência do vírus do HIV na Venezuela é de 0,6%, de acordo com números da Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids).
“A maioria das infecções por HIV começam como um tipo viral chamado R5 e, à medida que a doença avança, o vírus se transforma em X4. Essa variante é muito mais agressiva, porque leva a um estado de deficiência imunológica mais rapidamente”, explica Héctor Rangel, biólogo, do IVI, que também participou da pesquisa. Segundo ele, 90% dos warao têm o vírus X4 e isso não é comum nem na América Latina nem no resto do mundo.
Nos últimos três anos, os cuidados com a saúde indígena têm sofrido cortes nos orçamentos. Em 2017, o Ministério da Saúde empenhou R$ 1,8 bilhão para promoção, proteção e recuperação da saúde desses povos. No ano passado, o valor aplicado para essas mesmas atividades foi de R$ 1,54 bilhão. Para 2019, está previsto um número ainda menor, de R$ 1,4 bilhão.
O portal da Sesai garante que todas as comunidades indígenas são atendidas. “Atualmente, contamos com 13.989 profissionais para garantir a assistência primária à saúde e ao saneamento ambiental nos territórios indígenas. São 360 polos base e 68 Casas de Saúde Indígenas (Casai), que atendem a 305 etnias, de povos de 274 línguas e 597 terras indígenas”, detalha.
Dados da Sesai mostram que os atendimentos indígenas aumentaram 400% nos últimos quatro anos. Entre 2014 e 2018, a secretaria específica para essa população contabilizou 16,2 milhões de assistências (vacinação, saúde bucal, vigilância alimentar e nutricional, consultas de pré-natal, de desenvolvimento infantil e de promoção da saúde). Em 2014, foram 1,1 milhão de atendimentos. Até novembro do ano passado, dado mais recente, 5,6 milhões.
FONTE: AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS
http://agenciaaids.com.br/
http://agenciaaids.com.br/
EXPOSIÇÃO O.X.E.S, DE ADRIANA BERTINI, NO ESPAÇO OPHICINA.
Na última terça-feira, dia 16 de abril, a exposição O.X.E.S foi lançada no Espaço Ophicina com obras da artista Adriana Bertini. A instalação conta com 54 objetos que inclui obras tridimensionais, colagens, moda, audiovisuais e séries de fotografias.
Há mais de 23 anos, Adriana Bertini vem rompendo com tradições e tabus ao transformar objetos do cotidiano em obras de arte e instalações para despertar a conscientização social sobre sexualidade e prevenção ao HIV e ISTs junto das populações vulneráveis. Seu manifesto artístico é um referência internacional na luta contra o HIV e AIDS.
#SAÚDE SEXUAL
#PROMOÇÃO DE DEBATES EDUCACIONAIS
# PROMOÇÃO DE INFORMAÇÕES E MÉTODOS DE PREVENÇÃO
#ADESÃO AO TRATAMENTO AO TRATAMENTO DO HIV
#INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS.
R. Teodoro Sampaio, 1109 - Pinheiros, São Paulo - SP, 05405-100
quarta-feira, 10 de abril de 2019
DICA DE LEITURA: ELES de VAGNER AMARO.
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| Vagner Amaro |
Este livro é publicado pela Editora Malê (https://www.editoramale.com/) e também se encontra à venda nas melhores livrarias.
terça-feira, 2 de abril de 2019
sábado, 23 de março de 2019
DICA DE LEITURA: SEXOTERAPIA DE ANA CANOSA.
Neste livro, a terapeuta sexual Ana Canosa faz emergir, através de histórias reais, a humanidade que há em nós a partir dos conflitos e desejos sexuais daqueles que a procuraram no consultório em busca de ajuda. Simplesmente uma leitura leve que toca a alma desde o princípio, levando-nos à reflexão do que é o viver e da importância de lutarmos diariamente para sermos felizes, para termos uma vida melhor. Gostei muito e indico. À venda nas melhores livrarias. sexta-feira, 22 de março de 2019
sábado, 9 de março de 2019
sexta-feira, 8 de março de 2019
FELIZ DIA INTERNACIONAL PARA AS MULHERES DO MUNDO.
Ontem, hoje e todos os dias são das Mulheres deste nosso Brasil e do Mundo. Felicidades no seu dia, Mulheres. Temos muito para avançar: a luta contra o feminicídio, contra o trabalho escravo, contra o tráfico de mulheres, pela igualdade salarial, pelo direito de ser transmulher, entre outras causas. Resistir é preciso!

domingo, 3 de março de 2019
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
DICA DE LEITURA: Como fabricar um gangsta: masculinidades negras nos videoclipes de Jay-Z e 50 Cent.
Como Fabricar um Gangsta é o resultado da primeira etapa do #TheGangstaProject, projeto de pesquisa científica sobre as masculinidades negras na cultura Hip Hop
dos Estados Unidos da América, na transição dos séculos XX-XXI. A partir de um processo de investigação sobre a obra audiovisual dos rappers Jay-Z e 50 Cent,
pode-se identificar e decodificar as configurações dos tipos de masculinidades negras presentes nas narrativas dos videoclipes do Gangsta Rap, subgênero
musical que subverteu e redefiniu o sistema iconográfico de representação sobre os homens negros, tradição herdada do passado colonial escravocrata e reinventada no imaginário racial coletivo estadunidense a partir do fenômeno do Novo Racismo. Através de uma perspectiva interseccional, estabelecida entre as epistemologias étnico-raciais pós-coloniais e das dissidências sexuais e de gênero, desenvolveu-se um exercício de desmontagem simbólica das imagens produzidas historicamente sobre e pelos homens negros. Acionando os sistemas iconográficos enquanto dispositivos de dominação, controle e exploração simbólica dos corpos e subjetividades negras masculinas, este livro tenta compreender como as práticas e os jogos de representação funcionam a partir dos marcadores sociais de raça e gênero, como também quais são seus efeitos nas políticas das masculinidades negras.
dos Estados Unidos da América, na transição dos séculos XX-XXI. A partir de um processo de investigação sobre a obra audiovisual dos rappers Jay-Z e 50 Cent,
pode-se identificar e decodificar as configurações dos tipos de masculinidades negras presentes nas narrativas dos videoclipes do Gangsta Rap, subgênero
musical que subverteu e redefiniu o sistema iconográfico de representação sobre os homens negros, tradição herdada do passado colonial escravocrata e reinventada no imaginário racial coletivo estadunidense a partir do fenômeno do Novo Racismo. Através de uma perspectiva interseccional, estabelecida entre as epistemologias étnico-raciais pós-coloniais e das dissidências sexuais e de gênero, desenvolveu-se um exercício de desmontagem simbólica das imagens produzidas historicamente sobre e pelos homens negros. Acionando os sistemas iconográficos enquanto dispositivos de dominação, controle e exploração simbólica dos corpos e subjetividades negras masculinas, este livro tenta compreender como as práticas e os jogos de representação funcionam a partir dos marcadores sociais de raça e gênero, como também quais são seus efeitos nas políticas das masculinidades negras.
Autor: Daniel Dos Santos (DanDan) é Mestre em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Licenciado em História pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), doutorando do Programa de Estudos Interdisciplinares Sobre Mulheres, Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (PPGNEIM/UFBA), Membro Fundador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Africanos e Afro-Brasileiros (AfroUneb), pesquisador das masculinidades negras e crítico musical da cultura Hip Hop. E meu amigo muito especial por quem torço diariamente.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
DICA DE LEITURA: NO ARMÁRIO DO VATICANO DE FRÉDÉRIC MARTEL.


O novo livro do jornalista e escritor francês Fréderic Martel promete provocar um escândalo no Vaticano ao revelar a presença de diversos homossexuais nas hierarquias mais altas da Igreja Católica. Com 630 páginas, "Sodoma" será publicado no próximo dia 21 de fevereiro, em oito idiomas diferentes e 20 países. A obra narra o resultado de uma investigação de quatro anos nos bastidores do Vaticano. Ao todo, Martel entrevistou 1500 religiosos, entre eles 41 cardeais, 52 bispos e 45 núncios apostólicos.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
BRASIL: CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA JÁ!
No Brasil, o Supremo Tribunal Federal (STF) debate a criminalização da homofobia a partir de duas ações que questionam a omissão do Congresso ao legislar sobre tornar crime a homofobia e a transfobia.
Na minha opinião, mais do que nunca se faz necessária a existência de uma proteção específica para a comunidade LGBTQI. Preconceito, discriminação, agressões verbal, física, psicológica, assassinatos, expulsão de escolas e seios familiares, inexistência de vagas no mercado de trabalho formal são alguns dos obstáculos contra os quais as pessoas LGBTQI têm que lutar diariamente. É tempo de mudar, é tempo de se fazer justiça social. Digam sim à criminalização e não se acovardem porque vidas têm sido perdidas para assassinos impunes.
Na minha opinião, mais do que nunca se faz necessária a existência de uma proteção específica para a comunidade LGBTQI. Preconceito, discriminação, agressões verbal, física, psicológica, assassinatos, expulsão de escolas e seios familiares, inexistência de vagas no mercado de trabalho formal são alguns dos obstáculos contra os quais as pessoas LGBTQI têm que lutar diariamente. É tempo de mudar, é tempo de se fazer justiça social. Digam sim à criminalização e não se acovardem porque vidas têm sido perdidas para assassinos impunes.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Cervical cancer is preventable and treatable: it is time to eliminate it

World Cancer Day, organized by the Union for International Cancer Control (UICC) and celebrated each year on 4 February, is an opportunity to rally the international community to end the injustice of preventable suffering from cancer.
This year’s theme, “I can, we can” acknowledges that
everyone has the capacity to address the cancer burden.
We can work together to reduce cancer risk factors.
We can overcome barriers to early diagnosis, treatment and
palliative care.
We can work together to improve cancer control and achieve
global targets to reduce premature mortality from cancer and
NCDs
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