sexta-feira, 14 de junho de 2019

Contra a Reforma da Previdência, Contra os cortes no Ministério da Educação, Contra o desmonte do Estado. Rio de Janeiro, 14 de junho de 2019.



Candelária, Rio de Janeiro, numa tarde de sol de sexta-feira, lá estava eu de novo. Parecia o meio dos anos 80 quando o povo estava nas ruas com suas reivindicações após anos de ditadura militar. 
Hoje, crianças, jovens estudantes, trabalhadores (muitos servidores públicos, confesso), senhores e senhoras se juntaram mais uma vez para lutar por um Brasil melhor, por um Brasil que poderia fazer mínimas concessões ao famigerado "mercado", um ser abstrato, mas que concretamente tem devorado as vidas do trabalhadores ao longo do mundo. 
A marcha foi marcada por um esquema de segurança extremamente rigoroso. Ao longo da longa avenida Presidente Vargas, o palco das manifestações, o Estado repressor se manifestou o que culminaria com a chegada à Central do Brasil. Aqui, numa demonstração explícita de força, a multidão perplexa se depararia com tanques, cavalaria, cão, inúmeros militares a postos, inclusive no monumento Duque de Caxias. Confrontos eclodiram como se estivéssemos numa luta de classes, mas era a mesma classe: militares pretos de origem pobre e periférica incorporaram os capitães do mato do século 21. Deu-se fim às manifestações, ali e somente ali porque elas continuarão a existir por um Brasil democrático, inclusivo, diverso e com menos injustiças sociais. 








































quinta-feira, 13 de junho de 2019

Supremo aprova equiparação de homofobia a crime de racismo.

Por 8 votos a 3, o STF (Supremo Tribunal Federal) aprovou nesta noite, dia 13 de junho de 2019,  utilizar a Lei do Racismo para punir homotransfobia - discriminação contra homossexuais e transexuais. A decisão começa a valer uma semana após a publicação da ata do julgamento, o que só deve ocorrer no fim do mês.









Mais uma vez, o avanço vem da judicialização. Um Executivo omisso resulta na crescente ida às portas da Justiça para conquistarmos nossos direitos sociais. 



segunda-feira, 3 de junho de 2019

23ª Parada do Orgulho LGBT de SP (23/06/2019). Tema: 50 anos de Stonewall. Nossas conquistas, nosso orgulho de ser LGBT+


Police confront gay protesters in New York’s 1969 Stonewall Uprising.

JUSTIFICATIVA PARA A ESCOLHA DO TEMA DA PARADA GAY SP 2019
Ao longo da história, a humanidade aprendeu que as conquistas e os progressos são acompanhados por derrotas e retrocessos. Foi assim que movimentos por liberdade nasceram, guerras surgiram e direitos foram estabelecidos. Neste ano, comemoramos os 50 anos da Revolta de Stonewall, um exemplo de que vitórias podem surgir a partir do sofrimento e da repressão. Na madrugada de 28 de junho de 1969, um grupo de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) frequentadoras de um bar, o Stonewall Inn, em Nova York, nos Estados Unidos, resolveram, após uma batida policial, dar um basta às agressões, preconceitos, humilhações e perseguições que sofriam. Foram três dias de resistência e enfrentamento com a polícia. Naquela época, ter relações sexuais com pessoas do mesmo sexo era ilegal em todos os estados americanos.

A revolta tornou-se o marco de uma série de protestos e reivindicações por direitos LGBT, que se espalharam pelo país e influenciaram outros movimentos LGBT pelo mundo. Um ano depois, em 28 de junho de 1970, em Nova York, foi realizada a primeira Parada do Orgulho, em celebração à Revolta de Stonewall. Cerca de 10 mil pessoas participaram daquela marcha. No ano seguinte, Londres também faria sua primeira Parada, seguida por outras cidades pelo mundo, sucessivamente, até os dias de hoje.

Aqui no Brasil, parte desses 50 anos de história pode ser contada pelas páginas do Lampião da Esquina, o primeiro jornal homossexual do país, que circulou entre 1978 e 1981. A publicação marca o início do movimento brasileiro que, poucos meses depois de lançado, funda o grupo Somos – Grupo de Afirmação Homossexual. O periódico discutia, de forma bem humorada, temas relacionados à homossexualidade masculina, mas também política, feminismo, questões raciais e outras minorias, indo na contramão da esquerda de então, que enxergava a causa homossexual como algo menor, sem importância.

O jornal denunciava abusos cometidos pela ditadura militar contra LGBT, como o caso do jornalista Celso Curi, autor da primeira coluna gay do jornalismo brasileiro, intitulada “Coluna do Meio”, que circulou no jornal carioca Última Hora entre 1976 e 1978. Curi foi processado e demitido acusado de “ofender a moral e os bons costumes”. Outros destaques do Lampião foram as prisões arbitrárias de lésbicas em 1980, em São Paulo, apelidada de “Operação Sapatão”, comandada pelo delegado José Wilson Richetti, considerado o terror das travestis. Richetti deflagrou, em maio de 1980, a “Operação Limpeza”, com o propósito de prender homossexuais, travestis e prostitutas no centro da capital paulista. Mais de 1.500 pessoas foram detidas. Naquele mesmo ano, cerca de mil gays, lésbicas, travestis e prostitutas saíram da frente do Teatro Municipal de São Paulo e marcharam pelas ruas do centro contra a violência policial, sob a palavra de ordem: “abaixo a repressão, mais amor e mais tesão”.

Outros pedaços dessa narrativa histórica estão nas letras de canções que desafiaram a censura e cantaram o amor entre iguais, como fez o cantor Odair José, em 1978, com a música “ Forma de Sentir”. Essa memória também está espalhada nas trajetórias de artistas LGBT que contrariaram os padrões de comportamento de uma sociedade, ainda mais conservadora que a atual, como faziam o cantor Ney Matogrosso com seu figurino andrógino e trejeitos femininos, e a cantora Angela RoRo com suas letras e falas polêmicas, muito antes de existir o youtube, as redes sociais e seus influenciadores.

Se hoje temos artistas que ganham seu espaço sem renegar publicamente suas identidades de gênero e orientações sexuais, cantando o seu empoderamento e orgulho de serem quem são, como Pabllo Vittar, Gloria Groove, Jhonny Hooker, Liniker, Linn da Quebrada, entre tantos outros exemplos, é porque outras pessoas abriram caminhos. Mesmo não levantando a bandeira da causa LGBT+, elas endereçaram às massas questões consideradas tabus. Assim foi com a modelo Roberta Close, mulher intersexo, considerada ícone de feminilidade dos anos 1980, que posou nua na revista Playboy em 1984.

Aquele era um período conturbado. No ano anterior, em 19 de agosto de 1983, as lésbicas que frequentavam o Ferro’s Bar, um bar já extinto no centro de São Paulo, lançaram um manifesto pelos direitos das lésbicas, conhecido como o Levante do Ferro’s Bar. Dias antes, o dono do lugar havia chamado a polícia e proibido as mulheres de vender ali uma publicação chamada “ChanacomChana”, considerada um atentado aos bons costumes.

Uma década que havia começado com o entusiasmo e a efervescência de uma geração ávida pelos seus direitos, terminava estigmatizada pelo aumento do número de casos de AIDS e o crescimento do preconceito contra homossexuais. É somente na segunda metade dos anos 1990 que o movimento LGBT brasileiro começa a tomar corpo. A própria Parada do Orgulho LGBT de São Paulo surge apenas em 1997, levando cerca de 2 mil pessoas pela Avenida Paulista, após um ensaio um ano antes, durante uma pequena manifestação na Praça Roosevelt, no centro. Em 1996, o Rio de Janeiro realizava a sua primeira caminhada. Assim como as demais marchas, a Parada de São Paulo é inspirada na coragem daquelas pessoas que se revoltaram contra a ordem ideológica, econômica, política e legal imposta por uma sociedade e um Estado de uma época. Como repetia a travesti negra Marsha P. Johnson, considerada a pessoa que arremessou a primeira pedra contra a fachada do Stonewall, dando início à revolta, “não há orgulho para alguns sem a libertação de todos nós” (no pride for some of us without the liberation for all of us).

Orgulho é, portanto, algo que devemos exercitar para que todas e todos sejam livres do preconceito, da perseguição e das restrições impostas. Por isso, é preciso ter orgulho da nossa história de luta e conquistas. Ainda há muitos avanços por quais lutar, mas é necessário comemorarmos nossas vitórias. A disponibilização do tratamento de HIV/Aids no SUS, em 1996 e ampliado em 2013, é uma delas; assim como foram a união estável homoafetiva, em 2011; a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) a favor do casamento civil homoafetivo, em 2013; a adoção de criança por casal do mesmo sexo, em 2015; o uso do nome social na educação básica reconhecida pelo Ministério da Educação, em 2017; a resolução que definiu o uso do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares; a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) garantindo o direito à inclusão do nome social no cadastro de eleitores; a retificação de nome e gênero na certidão de nascimento no cartório, sem a necessidade de advogado nem apresentação de qualquer laudo ou aval de juízes ou promotores de justiça. Essas últimas, todas em 2018.

Para reforçar o nosso compromisso com a luta por mais respeito, aceitação, tolerância e direitos, a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP) resgata nossa história e convida todas as pessoas e movimentos que compartilham dos mesmos valores para celebrar a 23ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, no dia 23 de junho de 2019, com ritmo de alegria, desconstrução e muita lacração, o tema “50 anos de Stonewall: nossas conquistas, nosso orgulho de ser LGBT+”. Esse tema reforça a ideia de que pessoas LGBT+ possuem representação social, política, cultural e jamais se renderão ao autoritarismo, ao conservadorismo, nem às ameaças de retrocessos de conquistas, arduamente alcançadas nesses 40 anos de história do movimento LGBT no Brasil e 50 anos pelo mundo. Sim, isso é um grande motivo de orgulho!

FONTE: PARADASP - ASSOCIAÇÃO DO ORGULHO LGBT+



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quinta-feira, 30 de maio de 2019

TATE LIVERPOOL: KEITH HARING - 14 JUNE – 10 NOVEMBER 2019



Major UK exhibition of artist and activist Keith Haring
Haring was a great collaborator and worked with like-minded artists such as Andy Warhol and Jean-Michel Basquiat. All were interested in creating art for the many. Haring designed record covers for RUN DMC and David Bowie, directed a music video for Grace Jones and developed a fashion line with Malcolm McLaren and Vivienne Westwood. In doing so, he introduced his art and ideas to as many people as possible.

Discover how activism played a key role in Haring’s art. Compelled to speak for his generation, his art responds to urgent issues including political dictatorship, racism, homophobia, drug addiction, AIDS awareness, capitalism and the environment.

Visitors to the exhibition will see more than 85 artworks including large, vibrant paintings and drawings. Also on display are posters, photographs, and videos that capture the vibrancy of 1980s New York street culture.

TATE LIVERPOOL

Royal Albert Dock Liverpool
Liverpool L3 4BB

PRICING

£12.50 / FREE for Members
Admission £12.50 
Concession £10.50
16-25? Join Tate Collective for £5 tickets (online booking only)
Under 16s FREE (up to four per family adult)
For further information see booking faqs
Please note that Keith Haring contains some mild sexual content.

Keith Haring, Untitled 1983 © Keith Haring Foundation

sábado, 25 de maio de 2019

sexta-feira, 24 de maio de 2019

BRASIL: Maioria do STF vota pela criminalização da homofobia.

Ontem, dia 23 de maio, com seis votos a favor, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para enquadrar a homofobia e a transfobia na lei dos crimes de racismo - seis dos 11 ministros votaram pela criminalização. Julgamento é suspenso e será retomado em junho com os votos dos cinco ministros restantes.  
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sexta-feira, 17 de maio de 2019

DIA INTERNACIONAL CONTRA A LGBTfobia: O BRASIL REGISTRA UMA MORTE POR HOMOFOBIA A CADA 23 HORAS.

# 17 DE MAIO É O DIA INTERNACIONAL DE COMBATE À LGBTfobia. Foi nesta data, em 1990, que a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças (CID).
De 1948 a 1990, a homossexualidade foi tratada como doença, distúrbio ou perversão pela instituição.
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Cruzes simbolizam vítimas de violência homofóbica (Foto: Marcelo Vicioli/Inter TV)
O Brasil registrou 141 mortes de pessoas LGBT de janeiro a 15 de maio deste ano, segundo relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB) divulgado nesta sexta-feira (17). Segundo a entidade, foram 126 homicídios e 15 suicídios, o que representa a média de uma morte a cada 23 horas.

Lady Willpower





Lady Willpower, it's now or never
Give your love to me and I'll shower
Your heart with tenderness endlessly
I know you want to see me but you're afraid

Of what I might have on my mind
One thing you can be sure of
I'll take good care of your love
If you will let me give you mine
Lady Willpower, it's now or never
Give your love to me and I'll shower
Your heart with tenderness endlessly
Did no one ever tell you the facts of life
Well there's so much you have to learn
And I would gladly teach you
If I could only reach you
And get your lovin' in return
Lady Willpower, it's now or never
Give your love to me and I'll shower
Your heart with tenderness endlessly

How Taiwan became the most LGBT-friendly country in Asia

Taiwan first Asian country to legalize same-sex marriage | DW News

DIA INTERNACIONAL CONTRA A HOMOFOBIA, LESBOFOBIA, BIFOBIA E TRANSFOBIA. RESPEITAR É UM DEVER DE TODOS. RESPEITAR É UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA.




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quinta-feira, 16 de maio de 2019

45 Dias Sem Você | Trailer Oficial





SINOPSE E DETALHES

Não recomendado para menores de 12 anos
Ao sofrer uma grande desilusão amorosa depois de aguardar por 45 dias um amor que nunca retornou, o jovem Rafael (Rafael De Bona) decide romper as próprias barreiras e embarca em uma inesperada viagem. Seu objetivo principal é ir até três locais diferentes, encontrar com três amigos que também optaram por abandonar suas vidas por outras razões.
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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Carta Para Além dos Muros | Trailer Oficial



Carta Para Além dos Muros reconstrói a trajetória do HIV e da AIDS, com foco no Brasil, por meio de entrevistas com médicos, ativistas, pessoas vivendo com HIV e diversos outros atores, além de farto material de arquivo. Do pavor inicial às campanhas de conscientização, passando pela discriminação imposta aos doentes, o documentário mostra como a sociedade encarou essa epidemia devastadora ao longo de duas décadas. Com base nessa abordagem histórica, o filme trata do modo como o HIV é encarado na sociedade atual, revelando um quadro de desinformação e discriminação persistentes, que atingem sobretudo as populações mais vulneráveis.
O documentário investiga o porquê da evolução no tratamento do HIV não vir acompanhada da mudança de mentalidade em relação à infecção. Um dos depoimentos retratados no filme, da imunologista Márcia Rachid, resume bem este desafio: “falar de HIV hoje tem o mesmo mistério de 35 anos atrás. Não pode!”.
André Canto, o diretor, entrevistou especialistas, pessoas que vivem com HIV, personalidades e autoridades. Estão no documentário nomes como os ministros da saúde que foram chave para que o Brasil se tornasse uma referência na resposta à epidemia, José Serra e José Gomes Temporão; os médicos Dráuzio Varella, Ricardo Tapajós, Ricardo Vasconcelos e Rosana Del Bianco; a apresentadora Marina Person; Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, além de jovens que se tornaram a nova voz desta epidemia..
“Contar a história da epidemia de aids significa tocar nos medos e nas memórias soterradas de pelo menos duas gerações. Dezenas de milhões de pessoas chegaram à vida adulta no Brasil dominadas pelo pavor de serem infectadas pelo HIV. Os gays viveram um medo duplo, tanto pela doença, que no início os afetava quase que exclusivamente, quanto pela discriminação que já sofriam. Uma combinação que só contribuiu para aumentar ainda mais o clima de incompreensão acerca do HIV”, explica Canto.
“Apesar de todos os avanços no tratamento e no entendimento da doença, muito desse medo e dessa incompreensão ainda persiste. O filme não é um trabalho psicanalítico, nem um relatório informativo sobre o HIV e a aids. Ele se propõe a ser um estopim, para tocar algo que permanece inconsciente no espectador, para mobilizá-lo, para instigá-lo a uma reflexão importante e incontornável sobre o HIV em nossa sociedade, para provocar uma mudança de postura e perspectiva sobre a história da aids e sobre a realidade atual do HIV”, conclui o diretor.
EM BREVE NOS CINEMAS. 
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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Mulher transexual é assassinada a pauladas em São Paulo. Uma testemunha contou que antes de ser morta a pauladas, Larissa foi atropelada pelo assassino.

Larissa Rodrigues foi morta a pauladas na Alameda dos Tacaúnas, na Zona Sul de São Paulo — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
Larissa Rodrigues da Silva, uma transexual de 21 anos, foi morta a pauladas por volta das 21h10 de sábado (4) na Alameda dos Tacaúnas, no bairro da Saúde, na Zona Sul de São Paulo. O caso foi registrado como homicídio no 27.º Distrito Policial (Campo Belo). O agressor fugiu.
Uma testemunha contou à polícia que estava com a vítima, quando um homem não identificado em um carro quase os atropelou. Posteriormente, o autor retornou com o veículo, desembarcou com um pedaço de madeira, golpeando a vítima com o objeto.De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, policiais militres foram acionados para atender a ocorrência de agressão e encontraram Larissa caída. Ela foi socorrida por uma ambulância ao Hospital Municipal Doutor Arthur Ribeiro Saboya, na mesma região, mas não resistiu aos ferimentos indo a óbito. Seu corpo será enterrado em Fortaleza.
Infelizmente, mais uma pessoa de nós tem sua vida retirada precocemente vitimada por uma violência que reina impunemente no nosso país. Triste notícia. Quem será a próxima vítima?

quarta-feira, 1 de maio de 2019

DIA INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES. PELA NÃO PRECARIEDADE NO MUNDO DO TRABALHO.

MOVIMENTO DE ESQUERDA SOCIALISTA
FOTOGRAFIA: MARCOS SANTOS - USP IMAGENS
#MAIS EMPREGO ESTÁVEL    #CONTRA O TRABALHO ESCRAVO OU ANÁLOGO À ESCRAVIDÃO #CONTRA O RETROCESSO NAS LEIS LABORAIS #PELA DIVERSIDADE NO MUNDO DO TRABALHO
SITE: NOVA CENTRAL