terça-feira, 3 de outubro de 2017

2016 Sexually Transmitted Diseases Surveillance in the U.S.: STDs Increase Across the Country for the Third Year



Diagnoses of chlamydia, gonorrhea, and syphilis hit a record high 
in the U.S. in 2016 — totaling over 2 million — according to a new
CDC report.

Chlamydia accounted for 1.6 million cases, gonorrhea for 470,000, 
and primary and secondary syphilis for 28,000. From 2015 to 
2016, chlamydia diagnoses increased by 5%, and gonorrhea and 
syphilis cases by nearly 19%.

Chlamydia│1.59 million cases; 4.7% rate increase since 2015
Gonorrhea│ 468,514 cases; 18.5% rate increase since 2015
Early Syphilis│27,814 cases; 17.6% rate increase since 2015

Congenital Syphilis│628 cases; 27.6% rate increase since 2015

Chlamydia was still most prevalent among young females. In 
addition, gonorrhea and syphilis continue to affect more men than 
women — in particular, men who have sex with men. Despite this, 
syphilis showed a 36% increase among women and a 28% increase 
among newborns; in 2016, there were more than 600 cases of 
congenital syphilis, resulting in over 40 deaths.

FONTE: CDC

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Moderate physical activity could prevent one in 12 deaths globally



Physical activity of any form — whether a gym workout, walking to work or doing household chores — for 150 minutes per week reduces the risk for mortality and CVD.

The WHO currently recommends that adults aged 18 to 64 years partake in at least 150 minutes of moderate-intensity aerobic physical activity per week; however, nearly a quarter (23%) of the world’s population do not meet such guidelines, according to the researchers.

Between Jan. 1, 2003, and Dec. 31, 2010, Lear and colleagues performed a prospective cohort study to determine the association between different amounts and types of physical activity and mortality and CVD in countries at different economic levels. The researchers enrolled 130,843 participants without preexisting CVD aged between 35 and 70 years from 17 countries. Countries were categorized as high-income (Canada, Sweden and United Arab Emirates), upper-middle income (Argentina, Brazil, Chile, Poland, Turkey, Malaysia and South Africa), lower-middle income (China, Colombia and Iran) and low-income (Bangladesh, India, Pakistan and Zimbabwe).

The researchers documented mortality and major CVD events, including CVD mortality, stroke, myocardial infarction or heart failure, during a mean of 6 to 9 years of follow-up. The analysis was adjusted from sociodemographic factors.


Across all regions, the most common form of physical activity was through active transportation, occupation or domestic duties. Leisure time physical activity was common in high-income countries, but not other regions.

Results indicated that moderate and high physical activity were associated with a 28% reduction in the risk for death from any cause and a 20% reduction in the risk for heart disease compared with low physical activity. 

Fontes: Lancet 2017
1.Physical activity lowers mortality and heart disease risks

2.The effect of physical activity on mortality and cardiovascular disease in 130 000 people from 17 high-income, middle-income, and low-income countries: the PURE study

terça-feira, 26 de setembro de 2017

NOS EUA: National Gay Men's HIV/AIDS Awareness Day - September 27

National Gay Men’s HIV/AIDS Awareness Day (NGMHAAD) is observed each year on September 27 to direct attention to the continuing and disproportionate impact of HIV and AIDS on gay and bisexual men in the United States. 

1. Gay, bisexual, and other men who have sex with men (MSM) represent 56% of people living with HIV. 

2. Gay and bisexual men account for more than half of the 1.2 million people living with HIV in the United States and two-thirds of all new diagnoses each year. If trends continue, 1 in 6 gay and bisexual men will be diagnosed with HIV in their lifetime, including 1 in 2 black gay and bisexual men, 1 in 4 Latino gay and bisexual men, and 1 in 11 white gay and bisexual men.

3. Among all gay and bisexual men who received an HIV diagnosis in the United States in 2015, African Americans accounted for the highest number (10,315; 39%), followed by whites (7,570; 29%) and Hispanics/Latinos.

FONTE: CDC





sexta-feira, 22 de setembro de 2017

LIVRO: VIDAS TRANS, A CORAGEM DE EXISTIR.

A Luta de Transgêneros Brasileiros em busca de seu Espaço Social.

 Amara Moira / João W. Nery / Márcia Rocha / T. Brant



State of Sound - Heaven

Björk: The Gate

Morrissey - Spent the Day in Bed (Official Lyric Video)

HIV/AIDS HAS NO AGE: Worldwide, an estimated 3.6 million people aged 50+ are living with HIV.


The prevalence of HIV among older adults is reaching staggering rates. About 1 in 4 adults in the United States who are living with HIV infection are aged 50 or older. 18% of new HIV diagnoses occur among those aged 50 and older.

Older people tend to be sicker when the infection is finally discovered. They usually have other health conditions that accompany aging and often are too embarrassed to reveal their illness to family and friends.
Many never dreamed they were at risk of contracting the virus, and some have outmoded ideas of a disease that long ago became manageable through advances in medication.
Yet health-care providers still don’t routinely consider HIV when treating older patients, despite guidelines that call on them to screen through age 64. They may be reluctant to ask about an older person’s sex life and sometimes attribute HIV symptoms to age-related issues such as heart disease. 
With advanced treatment options, HIV positive individuals are living longer lives. However, the interactions between aging and degeneration caused by HIV have become a public health concern that needs to generate appropriate awareness and education. 

Efforts to expand HIV prevention messages for older adults should also include information and resources about linking newly diagnosed individuals to care while also advocating to ensure these individuals have appropriate access to care and treatment.




terça-feira, 19 de setembro de 2017

Documentario completo: Favela Gay

HOMOSSEXUALIDADE NÃO É DOENÇA. HOMOFOBIA SIM.


Um pouco de História para entendermos a decisão do Juiz como uma violação dos direitos humanos:

1.Em 1973, nos Estados Unidos a American Psychiatric Association retirou a homossexualidade da lista de desvios sexuais, reconhecendo que não se trata de um distúrbio mental;

2.Em nove de fevereiro de 1985, o Conselho Federal de Medicina aprovou a retirada, no Brasil, da homossexualidade do código 302.0 (desvios e transtornos sexuais) da Classificação Internacional de Doenças; sendo o Brasil o 5º país do mundo a tomar essa decisão;

3.Em 17 de maio de 1990, a 43ª Assembleia Mundial da Saúde adotou, por meio da sua resolução WHA43.24, a 10ª Revisão da Lista da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), sendo que nesta versão da CID a homossexualidade foi excluída como categoria;

4.Em 2012 a Organização Pan-Americana da Saúde publicou um documento com a seguinte introdução: “‘CURAS’ PARA UMA DOENÇA QUE NÃO EXISTE: as supostas terapias de mudança de orientação sexual carecem de justificativa médica e são eticamente inaceitáveis”.


Homossexualidade não é doença e, logo, não é passível de processos de “reorientação sexual”.






 

EU REPUDIO: Juiz federal do DF libera tratamento de homossexualidade como doença.

 
     Justiça Federal do Distrito Federal liberou psicólogos a tratarem gays e lésbicas como doentes, podendo fazer terapias de “reversão sexual”, sem sofrerem qualquer tipo de censura por parte dos conselhos de classe. A decisão, do juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, é liminar e acata parcialmente o pedido de uma ação popular, assinada por um grupo de psicólogos defensores das terapias de reversão sexual, que questionava resolução do Conselho Federal de Psicologia que proibia tratamentos de reorientação sexual.

  A decisão é de sexta-feira (15). Nela, Carvalho mantém a integralidade da resolução, mas determina que o conselho não proíba os profissionais de fazerem atendimento de reorientação sexual.

 Desde 1990, OMS deixou de considerar homossexualidade como doença.

 MAIS UMA VEZ, O BRASIL NA CONTRAMÃO. EU REPUDIO. 


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

MUSEU DA DIVERSIDADE - CENTRO DE CULTURA, MEMÓRIA E ESTUDOS DA DIVERSIDADE SEXUAL EM SÃO PAULO.




 MUSEU DA DIVERSIDADE SEXUAL


Primeiro centro cultural da América Latina relacionado à temática, o Museu da Diversidade Sexual foi criado em 25 de maio de 2012, vinculado à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e está localizado no interior da Estação de Metrô República.

De acordo com seu documento de criação, o MDS ou Centro de Cultura, Memória e Estudos da Diversidade Sexual do Estado de São Paulo tem as seguintes atribuições:

   1.Garantir a preservação do patrimônio cultural da comunidade LGBT brasileira, através da coleta, organização e disponibilização pública de referenciais materiais e imateriais;
   2.Pesquisar e divulgar o patrimônio histórico e cultural da comunidade LGBT brasileira e, em especial, paulista;
   3.Valorizar a importância da diversidade sexual na construção social, econômica e cultural do Estado de São Paulo e do Brasil;
   4.Publicar e divulgar documentos e depoimentos referentes à memória e à história política, econômica, social e cultural da comunidade LGBT e sua interface com o Estado de São Paulo.

sábado, 16 de setembro de 2017

DICA DE LEITURA: "Existe índio gay?" - a colonização das sexualidades indígenas no Brasil.

Em pesquisa pioneira no Brasil, o pesquisador Estevão Fernandes, Professor Doutor em Ciências Sociais (Estudos Comparados sobre as Américas) pela Universidade de Brasília, lança o livro "Existe índio gay?" - a colonização das sexualidades indígenas no Brasil pela Editora Prisma, no qual um tema tabu é discutido: ser índio e gay.

O livro encontra-se em pré-venda no site: LIVRO "EXISTE ÍNDIO GAY?"



segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Concorrência desleal: Grindr, Tinder, Growlr, Badoo, MeetME… Posted by CÁSSIO SERAFIM on 11 DE SETEMBRO DE 2017


Concorrência desleal: foi isso que me veio à cabeça depois daquele encontro inusitado num supermercado próximo à minha morada. Digo inusitado, porque imagine que, em Lisboa, eu venha encontrar um amigo dos meus tempos adolescentes em Mossoró. Digo inusitado, porque imagine encontrar alguém num supermercado e do nada começar a falar sobre os atuais desafios enfrentados pelos profissionais do sexo (ou, se preferir, pode chamar de prostitutos, garotos de programa, GP’s, michês…). E, então, foi isso que me aconteceu noutro dia.
Escutei alguém chamar o meu nome, olhei para ver quem era e reconheci-o. Cumprimentos daqui, cumprimentos dali, atualização rápida e aparentemente interessada da vida alheia, até que eu lhe revelo o encerramento da minha bolsa de investigação e, por conseguinte, a minha procura por emprego. E, como tenho jogado vez ou outra, tentei brincar com a possibilidade de eu enveredar pelo mercado do sexo.
“Pensei até em me prostituir, mas aí a idade, quase quarenta, quem contrataria os meus serviços?”, disse-lhe eu, o amigo riu e eu ainda acrescentei: “Mas, afinal, quem paga por sexo hoje em dia? São tantas ofertas, são tantos aplicativos…” Naquele momento, ele parecia-me desconcertado com o rumo da conversa.
Com frequência, vejo pessoas a andar por aí com o celular na mão, com os olhos na tela, com os ouvidos e o coração atentos a qualquer notificação do “app” escolhido. É verdade que podem aguardar informações variadas, não necessariamente ligadas aos chamados “social networking sites”, os quais não necessariamente apresentam cariz sexual. Há quem argumente que o principal objetivo das múltiplas versões dessa tecnologia não seja o de promover o sexo, mas, sim, a amizade, o namoro e também sexo.
A finalidade depende das intenções de cada usuário. Bem, independentemente disso, num passar de olhos nas ruas, no metrô, no ônibus, pode-se pensar que uns e outros caminham não com um telefone à mão, mas com uma bússola. 
Em alguns tantos casos, o ponteiro da bússola funciona com os níveis de testosterona acima do normal. E ainda numa confusão entre o desejo por sexo e o desejo por paixão ou por um vínculo afetivo duradouro, alguns usuários desses aparelhos acreditam-se prestes a alcançar o príncipe encantado a poucos metros dali, a poucos minutos… Ops, quase esbarra noutro corpo guiado por outra bússola, digo, por um “app”.
O meu amigo ainda se mostrava desconcertado com o papo. Acho até que se arrependeu de ter-me cumprimentado. Ao menos, essa era a impressão que eu tinha, mas ele logo teceu o revelador comentário: “A dez minutos do local, em dez minutos chega… é assim hoje”. Eu ri e demonstrei a minha compreensão daquilo que dizia.
“E depois ainda se apaixona”, ele acrescentou.
“Se apaixona?”, perguntei-lhe rindo e, em seguida, emendei: “Assim é demais: de graça e ainda se apaixona. Aí não. Aí não dá. Assim, é concorrência desleal!”
“Como ganha-pão, é melhor tentar outra coisa”, sugeriu-me, mostrando-se mais entendido no assunto do que eu.
Resolvi dar-lhe razão. Afinal, há versões de bússolas para todas as “tribos” e todos os gostos: Grindr, Tinder, Mamba, Badoo, MeetME, Scruff, Gay.com, Growlr… A oferta é vasta e de graça (ou, ao menos, sem custos adicionais ao seu pacote de internet). Não dá para iniciantes, nem para castos (como eu!) nesse mercado.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Encontro das Águas - documentário





FICHA TÉCNICA:
Título: Encontro das Águas



Sinopse: O filme acompanha a jornada de duas mulheres negras belo-horizontinas, Rosane Pires e Iara Viana, durante o preparativos para seu casamento, bem como as cerimônias civil e religiosa. Essa história é pano de fundo para levantar um importante debate sobre gênero, raça, sexualidade e religiosidade de matriz africana, e sobre a intersecção de violências sobre a vida das mulheres negras homoafetivas no nosso país.
Gênero: documentário
Duração: 30 minutos
Ano: 2016
Realização: Flávia dos Santos e Zaíra Pires
Direção: Mestre Negoativo
Produção: Divindade Cultural
Patrocínio: Avon

CAMPANHA DE PREVENÇÃO AO SUICÍDIO: SETEMBRO AMARELO.

Setembro Amarelo é  uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, com o objetivo diretor de alertar a população a respeito da realidade do suicídio no Brasil e no mundo e suas formas de prevenção. Ocorre no mês de setembro, desde 2014, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor amarela e ampla divulgação de informações.


O CVV — Centro de Valorização da Vida, fundado em São Paulo em 1962, é uma associação civil sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como de Utilidade Pública Federal em 1973. Presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção do suicídio para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo.














Logic ft. Alessia Cara, Khalid. NO BRASIL, Centro de Valorização da Vida: LIGUE 141.







O clipe da canção mostra dois garotos descobrindo a sexualidade. O bullying na escola e a falta de aceitação da família faz com que um deles cogite tirar a própria vida.



O CVV - Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email, chat e Skype 24 horas todos os dias.



LIGUE 141

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Morgxn - home (official video): "Belonging is not something handed to you. It's something you must claim for yourself"









It's a story that has personal meaning for morgxn who says, "it's taken me my whole life to decide that the need to belong only matters internally. Trying to fit in is not the same as belonging. Sometimes home is found not at home. Matthew - the boy at the center of the story - reminded me of what 'belonging' really means." He adds, "to belong is our right ... you just gotta claim it."

A Universidade Federal do ABC (UFABC), em Santo André, regulamentou no fim do mês passado, o uso de banheiros da instituição por transexuais ou travestis.

RESOLVE:

Art. 1º
Regulamentar e garantir o uso de banheiros, vestiários e demais espaços
segregados por gênero da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC), conforme o
gênero que pessoas travestis ou transexuais se reconhecem, não devendo ser imposto o uso deste
ou daquele, conforme o sexo biológico, mas respeitada a escolha de acordo com a identidade de
gênero.


Art. 2º Afixar nos banheiros, vestiários e espaços segregados por gênero cartazes
informativos assegurando o direito reconhecido no Art. 1º, com a citação da Lei do Estado de
São Paulo nº 10.948/2001 que dispõe sobre as penalidades a serem aplicadas à prática de
discriminação em razão de orientação sexual e identidade de gênero.


PORTARIA DA REITORIA Nº 261 DE 31 DE JULHO DE 2017

COMING OUT - Award Winning Short Film





Two best friends, Lukas and Chris, have trouble expressing, their feelings about each other. Shut in by their insecurities, they both seek advice from the person they'd least expect.

domingo, 27 de agosto de 2017

Filme: CORPO ELÉTRICO. Diretor: Marcelo Caetano


O filme “Corpo Elétrico” conta a história de um jovem funcionário de uma fábrica de confecção de roupas na cidade de São Paulo. Sua família é da Paraíba e eles mantêm pouco contato. Assim, os colegas de trabalho e os relacionamentos casuais acabam sendo sua companhia. O filme é protagonizado por Kelner Macêdo.
O diretor Marcelo Caetano buscou fazer um longa-metragem que contasse a história dos personagens e a relação destes com as ruas, com a cidade.

Corpo Elétrico | Trailer Oficial - Diretor Marcelo Caetano

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Moiré - (2014) - Corto gay Español sobre transexualidad infantil

¿Por que dios me odia? - Corto Gay subtitulado Español







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INTERESSANTE ESTE DOCUMENTÁRIO QUE ABORDA A RELAÇÃO ENTRE RELIGIÃO E HOMOSSEXUALIDADE. JÁ SE SABE QUE OS EFEITOS NA VIDA DOS JOVENS SÃO DRÁSTICOS, INCLUSIVE COM A POSSIBILIDADE DE SUICÍDIO, UM GRANDE PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA NEGLIGENCIADO PELA SOCIEDADE.

¿Por qué no seguiste? - Cortometraje Día del Orgullo

Una tarde. Corto gay

Fish Tale - a gay love story

Arrival: A Short Film by Alex Myung (2016)













YOU'RE ALWAYS BE MY SON.

27 de agosto, Dia do Psicólogo.





domingo, 20 de agosto de 2017

超高颜值Les微电影《如果花会说话》正片 GIRLS WHO TALK TO FLOWERS| Rela

Collide (An LGBT Short Film)





Singelo.

THROUGH THE NIGHT - Lesbian short film

Desconocida - Lesbian short film

SÍNDROME METABÓLICA: OBESIDADE, DISLIPIDEMIA, HIPERTENSÃO ARTERIAL, DIABETES TIPO 2

A Síndrome Metabólica (SM) é um transtorno complexo representado por um conjunto de fatores de risco cardiovasculares usualmente relacionados à deposição central de gordura e à resistência a insulina. É importante destacar a associação da SM com a doença cardiovascular, aumentando a mortalidade geral em cerca de 1,5 vezes e a cardiovascular em cerca de 2,5 vezes.

É identificada como uma associação de fatores de risco que está fortemente associada a uma elevada morbimortalidade cardiovascular. Para tanto, realiza-se: 
1. História clínica - idade, tabagismo, prática de atividade física, história pregressa de hipertensão, diabetes, diabetes gestacional, doença arterial coronariana, acidente vascular encefálico, síndrome de ovários policísticos (SOP), doença hepática gordurosa não-alcoólica, hiperuricemia, história familiar de hipertensão, diabetes e doença cardiovascular, uso de medicamentos hiperglicemiantes (corticosteróides, betabloqueadores, diuréticos). 

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2. Exame físico necessário para diagnóstico da SM: 
• Medida da circunferência abdominal:  A medida da circunferência abdominal é tomada na metade da distância entre a crista ilíaca e o rebordo costal inferior. 
• Níveis de pressão arterial: Deve-se aferir no mínimo duas medidas da pressão por consulta, na posição sentada, após cinco minutos de repouso. 
Além destes dois dados obrigatórios deverá estar descrito no exame físico destes pacientes: • Peso e estatura. Devem ser utilizados para o cálculo do índice de massa corporal através da fórmula: IMC = Peso/Altura2. 
• Exame da pele para pesquisa de acantose nigricans. Examinar pescoço e dobras cutâneas. 
• Exame cardiovascular. 

3.  Exames laboratoriais necessários para o diagnóstico da SM:  • Glicemia de jejum.  • Dosagem do HDL-colesterol e dos triglicerídeos


Pelo seu alto potencial prognóstico desfavorável, a SM deve ser diagnosticada precocemente e vigorosamente tratada através de medidas não-medicamentosas e medicamentosas.

A correção do excesso de peso, do sedentarismo e de uma alimentação inadequada são medidas obrigatórias no tratamento da SM. A adoção de uma dieta balanceada é uma das principais medidas que deve ser individualizada para a necessidade de cada paciente. A dieta deve estar direcionada para a perda de peso e da gordura visceral, com o objetivo de normalização dos níveis da pressão arterial, da correção das dislipidemias e da hiperglicemia e conseqüentemente a redução do risco cardiovascular. As evidências favorecem as dietas ricas em fibras, pobres em gorduras saturadas e colesterol e com reduzida quantidade de açúcares simples. 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, os fatores de risco mais importantes para a morbimortalidade relacionada às doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT) são: hipertensão arterial sistêmica, hipercolesterolemia, ingestão insuficiente de frutas, hortaliças e leguminosas, sobrepeso ou obesidade, inatividade física e tabagismo. Cinco desses fatores de risco estão relacionados à alimentação e à atividade física e três deles têm grande impacto no aparecimento da Síndrome Metabólica (SM). 

A predisposição genética, a alimentação inadequada e a inatividade física estão entre os principais fatores que contribuem para o surgimento da SM, cuja prevenção primária é um desafio mundial contemporâneo, com importante repercussão para a saúde. Destaca-se o aumento da prevalência da obesidade em todo o Brasil e uma tendência especialmente preocupante do problema em crianças em idade escolar, em adolescentes e nos estratos de mais baixa renda. A adoção precoce por toda a população de estilos de vida relacionados à manutenção da saúde, como dieta adequada e prática regular de atividade física, preferencialmente desde a infância, é componente básico da prevenção da SM.

Liniker e os Caramelows - Sem nome, mas com endereço (Video Oficial)

Desumanização de Valter Hugo Mãe - Interpretado por Márcia, Camané e Dea...

Sotaques | "O Paraíso são os outros" (Valter Hugo Mãe)

COMO ELES SAÍRAM DO ARMÁRIO? - Põe Na Roda

GAYS QUE CASARAM COM MULHERES - Põe Na Roda

terça-feira, 8 de agosto de 2017

MÊS DA VISIBILIDADE LÉSBICA. DIA NACIONAL DA VISIBILIDADE LÉSBICA NO BRASIL.

O Dia Nacional da Visibilidade Lésbica e bissexuais é uma data estabelecida no Brasil, criada por ativistas lésbicas e bissexuais brasileiras, e dedicada à data em que aconteceu o 1º Seminário Nacional de Lésbicas e Bissexuais - Senale, ocorrido em 29 de agosto de 1996.

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O dia nacional da visibilidade lésbica marca um momento de lutas e resistência. A histórica discriminação das pessoas LGBT, materializada muitas vezes em assassinatos, agressões físicas e verbais tem limitado acesso aos direitos. Essa questão precisa ser foco de lutas cotidianas daqueles e daquelas que militam para garantir o respeito aos direitos humanos. Por nenhum direito a menos!


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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Depression Is the Leading Cause of Disability Around the World

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The proportion of the global population living with depression is estimated to be 322 million people—4.4% of the world’s population—according to a new report, “Depression and Other Common Mental Disorders: Global Health Estimates,” released by the World Health Organization. The report also includes data on anxiety disorders, which affect more than 260 million people—3.6% of the global population. 

The prevalence of these common mental disorders is increasing, particularly in low- and middle-income countries, with many people experiencing both depression and anxiety disorders simultaneously. The report shows an an 18 per cent increase in the number of people living with depression between 2005 and 2015, with prevalence rates seem to peak in adults at around 60 years of age, but are also seen in teenagers.


When long-lasting and with moderate or severe intensity, depression may become a serious health condition leading, at its worst, to suicide. According to the report, some 800,000 people kill themselves every year, a significant number of them young adults between the ages of 15 and 29.

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To reduce depression, the UN agency recommends effective school-based programmes and exercise regimes. Different psychological and psychosocial treatments were also noted in the report, which notes that health-care providers may offer behavioural activation, cognitive behavioural therapy [CBT], and interpersonal psychotherapy [IPT], or antidepressant medication (such as selective serotonin reuptake inhibitors [SSRIs] and tricyclic antidepressants [TCAs]). 
Among the findings, however, the authors caution against using antidepressants to treat children or to quickly offer them to adolescents.
Some psychological treatment formats for consideration include individual and/or group face-to-face psychological treatments delivered by professionals and supervised lay therapists.

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Kodaline - The Answer

Miley Cyrus - Malibu (Official Video)

Noah Cyrus - Stay Together (Official Video)

segunda-feira, 10 de julho de 2017

BEAR CULTURE

https://youtu.be/yL4XRJjthyc

Testes rápidos em índios do Amazonas e de Roraima mostram taxas importantes de sífilis e HIV


Uma análise conduzida em nove Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) dos estados de Amazonas e Roraima revela que a mobilidade é um importante fator de risco para infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e por sífilis nessas comunidades. Para a autora Dra. Adele Schwartz Benzaken, do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, e da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, em Manaus, isso ocorre porque a mobilidade leva a contatos interétnicos. Mas há ainda outras questões importantes que contribuem para aumentar o risco de ISTs entre os indígenas de todas as etnias, por exemplo, iniquidade social, questões culturais, desinformação e pouco uso de preservativo.
Em estudo publicado em junho deste ano no International Journal for Equity in Health, a Dra. Adele e colaboradores estimaram a prevalência de HIV e sífilis entre 45.967 índios nos DSEIs de Manaus, Ianomâmis, Leste Roraima, Alto Solimões, Parintins, Alto Rio Negro, Médio Solimões, Médio Purus e Vale do Javari. A investigação foi conduzida entre fevereiro de 2009 e junho de 2011.
Durante o trabalho, 509 profissionais de saúde foram treinados para rastrear as infecções usando testes rápidos. Eles anunciaram a testagem nas comunidades usando um megafone e também folhetos e cartazes que foram adaptados culturalmente para cada grupo indígena. Os participantes receberam aconselhamento pré-teste de HIV e foram entrevistados utilizando um questionário estruturado. A pesquisa foi registrada pelo cineasta Aldemar Matias, e resultou nos documentários Parente e Nati Parente. O primeiro pode ser acessado no link: https://vimeo.com/40111854.
A média de idade dos participantes foi de 22,5 anos e 56,5% eram do sexo feminino. De forma geral, a prevalência de HIV foi 0,13% e de sífilis 1,82%. Na população geral brasileira, segundo dados de 2011 do Ministério da Saúde, a prevalência de HIV era de 0,4%[2]. Já a sífilis atingia 0,85% da população em 2012[3].
Na população indígena investigada os homens tiveram a maior prevalência de HIV (0,16%), seguidos pelas mulheres (0,11%) e por gestantes (0,07%). No caso da sífilis, a prevalência em homens foi 2,23%, em mulheres 1,51% e em gestantes 1,52%.
Dos nove distritos sanitários especiais indígenas analisados, o Vale do Javari, localizado em uma região de fronteira com a Colômbia e o Peru, apresentou as maiores prevalências para ambas infecções (HIV: 3,38% e sífilis: 1,39%). Esse distrito foi também o que apresentou a maior mobilidade e intrusão, e a menor disponibilidade de serviços pré-natais. O nível de violência também foi classificado como alto.
Além do Vale do Javari, Leste Roraima e Alto Solimões também apresentaram níveis altos dos três fatores de vulnerabilidade (mobilidade, intrusão e violência) avaliados.
Os autores definiram como mobilidade: frequência de interações entre cidades e comunidades e de contato com viajantes, com unidades das Forças Armadas e com as fronteiras do país. Já intrusão foi considerada como a presença de indústria madeireira, agronegócios, atividades de mineração ou áreas de garimpo ou mineração informal dentro ou perto do DSEI. Violência, por sua vez, considerou a existência de casos de agressão física e sexual, assassinatos, ameaças de morte e outras ameaças e disputas de terras.

FONTE: Medscape

We Are Family: Deondre & Kathy | Coming Home (1:59) | Greater Than AIDS

"The Truth About Stress" (BBC One) 4/5/2017

Using PrEP to prevent HIV - BBC London