Trata-se de um blog voltado para a promoção da saúde de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, 'questioning' e interssexo. Por uma Diversidade na Comunidade, Por uma Diversidade Inclusiva na Sociedade, Por Justiça Social.
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
¿Por que dios me odia? - Corto Gay subtitulado Español
R
INTERESSANTE ESTE DOCUMENTÁRIO QUE ABORDA A RELAÇÃO ENTRE RELIGIÃO E HOMOSSEXUALIDADE. JÁ SE SABE QUE OS EFEITOS NA VIDA DOS JOVENS SÃO DRÁSTICOS, INCLUSIVE COM A POSSIBILIDADE DE SUICÍDIO, UM GRANDE PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA NEGLIGENCIADO PELA SOCIEDADE.
domingo, 20 de agosto de 2017
SÍNDROME METABÓLICA: OBESIDADE, DISLIPIDEMIA, HIPERTENSÃO ARTERIAL, DIABETES TIPO 2
A Síndrome Metabólica (SM) é um transtorno complexo representado por um
conjunto de fatores de risco cardiovasculares usualmente relacionados à deposição
central de gordura e à resistência a insulina. É importante destacar a associação da
SM com a doença cardiovascular, aumentando a mortalidade geral em cerca de 1,5
vezes e a cardiovascular em cerca de 2,5 vezes.
É identificada como uma associação de fatores de risco que está fortemente associada
a uma elevada morbimortalidade cardiovascular. Para tanto, realiza-se:
1. História clínica - idade, tabagismo, prática de atividade física, história pregressa de hipertensão, diabetes, diabetes gestacional, doença arterial coronariana, acidente vascular encefálico, síndrome de ovários policísticos (SOP), doença hepática gordurosa não-alcoólica, hiperuricemia, história familiar de hipertensão, diabetes e doença cardiovascular, uso de medicamentos hiperglicemiantes (corticosteróides, betabloqueadores, diuréticos).

2. Exame físico necessário para diagnóstico da SM:
• Medida da circunferência abdominal: A medida da circunferência abdominal é tomada na metade da distância entre a crista ilíaca e o rebordo costal inferior.
• Níveis de pressão arterial: Deve-se aferir no mínimo duas medidas da pressão por consulta, na posição sentada, após cinco minutos de repouso.
Além destes dois dados obrigatórios deverá estar descrito no exame físico destes pacientes: • Peso e estatura. Devem ser utilizados para o cálculo do índice de massa corporal através da fórmula: IMC = Peso/Altura2.
• Exame da pele para pesquisa de acantose nigricans. Examinar pescoço e dobras cutâneas.
• Exame cardiovascular.
3. Exames laboratoriais necessários para o diagnóstico da SM: • Glicemia de jejum. • Dosagem do HDL-colesterol e dos triglicerídeos
Pelo seu alto potencial prognóstico desfavorável, a SM deve ser diagnosticada
precocemente e vigorosamente tratada através de medidas não-medicamentosas e
medicamentosas.
A correção do excesso de peso, do sedentarismo e de uma alimentação
inadequada são medidas obrigatórias no tratamento da SM. A adoção de uma dieta
balanceada é uma das principais medidas que deve ser individualizada para a
necessidade de cada paciente. A dieta deve estar direcionada para a perda de peso
e da gordura visceral, com o objetivo de normalização dos níveis da pressão arterial,
da correção das dislipidemias e da hiperglicemia e conseqüentemente a redução do
risco cardiovascular. As evidências favorecem as dietas ricas em fibras, pobres em
gorduras saturadas e colesterol e com reduzida quantidade de açúcares simples.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, os fatores
de risco mais importantes para a morbimortalidade relacionada
às doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT) são: hipertensão
arterial sistêmica, hipercolesterolemia, ingestão insuficiente de
frutas, hortaliças e leguminosas, sobrepeso ou obesidade, inatividade física e tabagismo. Cinco desses fatores de risco estão relacionados à alimentação e à atividade física e três deles têm grande
impacto no aparecimento da Síndrome Metabólica (SM).
A predisposição genética, a alimentação inadequada e a
inatividade física estão entre os principais fatores que contribuem
para o surgimento da SM, cuja prevenção primária é um desafio
mundial contemporâneo, com importante repercussão para a saúde. Destaca-se o aumento da prevalência da obesidade em todo o
Brasil e uma tendência especialmente preocupante do problema
em crianças em idade escolar, em adolescentes e nos estratos de
mais baixa renda. A adoção precoce por toda a população de
estilos de vida relacionados à manutenção da saúde, como dieta
adequada e prática regular de atividade física, preferencialmente
desde a infância, é componente básico da prevenção da SM.
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
terça-feira, 8 de agosto de 2017
MÊS DA VISIBILIDADE LÉSBICA. DIA NACIONAL DA VISIBILIDADE LÉSBICA NO BRASIL.
O Dia Nacional da Visibilidade Lésbica e bissexuais é uma data estabelecida no Brasil, criada por ativistas lésbicas e bissexuais brasileiras, e dedicada à data em que aconteceu o 1º Seminário Nacional de Lésbicas e Bissexuais - Senale, ocorrido em 29 de agosto de 1996.

O dia nacional da visibilidade lésbica marca um momento de lutas e resistência. A histórica discriminação das pessoas LGBT, materializada muitas vezes em assassinatos, agressões físicas e verbais tem limitado acesso aos direitos. Essa questão precisa ser foco de lutas cotidianas daqueles e daquelas que militam para garantir o respeito aos direitos humanos. Por nenhum direito a menos!


segunda-feira, 31 de julho de 2017
quinta-feira, 27 de julho de 2017
sábado, 22 de julho de 2017
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Depression Is the Leading Cause of Disability Around the World
The proportion of the global population living with depression is estimated to be 322 million people—4.4% of the world’s population—according to a new report, “Depression and Other Common Mental Disorders: Global Health Estimates,” released by the World Health Organization. The report also includes data on anxiety disorders, which affect more than 260 million people—3.6% of the global population.
The prevalence of these common mental disorders is increasing, particularly in low- and middle-income countries, with many people experiencing both depression and anxiety disorders simultaneously. The report shows an an 18 per cent increase in the number of people living with depression between 2005 and 2015, with prevalence rates seem to peak in adults at around 60 years of age, but are also seen in teenagers.
When long-lasting and with moderate or severe intensity, depression may become a serious health condition leading, at its worst, to suicide. According to the report, some 800,000 people kill themselves every year, a significant number of them young adults between the ages of 15 and 29.

To reduce depression, the UN agency recommends effective school-based programmes and exercise regimes. Different psychological and psychosocial treatments were also noted in the report, which notes that health-care providers may offer behavioural activation, cognitive behavioural therapy [CBT], and interpersonal psychotherapy [IPT], or antidepressant medication (such as selective serotonin reuptake inhibitors [SSRIs] and tricyclic antidepressants [TCAs]).
Among the findings, however, the authors caution against using antidepressants to treat children or to quickly offer them to adolescents.
Some psychological treatment formats for consideration include individual and/or group face-to-face psychological treatments delivered by professionals and supervised lay therapists.


segunda-feira, 10 de julho de 2017
Testes rápidos em índios do Amazonas e de Roraima mostram taxas importantes de sífilis e HIV
Uma análise conduzida em nove Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) dos estados de Amazonas e Roraima revela que a mobilidade é um importante fator de risco para infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e por sífilis nessas comunidades. Para a autora Dra. Adele Schwartz Benzaken, do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, e da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, em Manaus, isso ocorre porque a mobilidade leva a contatos interétnicos. Mas há ainda outras questões importantes que contribuem para aumentar o risco de ISTs entre os indígenas de todas as etnias, por exemplo, iniquidade social, questões culturais, desinformação e pouco uso de preservativo.
Em estudo publicado em junho deste ano no International Journal for Equity in Health, a Dra. Adele e colaboradores estimaram a prevalência de HIV e sífilis entre 45.967 índios nos DSEIs de Manaus, Ianomâmis, Leste Roraima, Alto Solimões, Parintins, Alto Rio Negro, Médio Solimões, Médio Purus e Vale do Javari. A investigação foi conduzida entre fevereiro de 2009 e junho de 2011.
Durante o trabalho, 509 profissionais de saúde foram treinados para rastrear as infecções usando testes rápidos. Eles anunciaram a testagem nas comunidades usando um megafone e também folhetos e cartazes que foram adaptados culturalmente para cada grupo indígena. Os participantes receberam aconselhamento pré-teste de HIV e foram entrevistados utilizando um questionário estruturado. A pesquisa foi registrada pelo cineasta Aldemar Matias, e resultou nos documentários Parente e Nati Parente. O primeiro pode ser acessado no link: https://vimeo.com/40111854.
A média de idade dos participantes foi de 22,5 anos e 56,5% eram do sexo feminino. De forma geral, a prevalência de HIV foi 0,13% e de sífilis 1,82%. Na população geral brasileira, segundo dados de 2011 do Ministério da Saúde, a prevalência de HIV era de 0,4%[2]. Já a sífilis atingia 0,85% da população em 2012[3].
Na população indígena investigada os homens tiveram a maior prevalência de HIV (0,16%), seguidos pelas mulheres (0,11%) e por gestantes (0,07%). No caso da sífilis, a prevalência em homens foi 2,23%, em mulheres 1,51% e em gestantes 1,52%.
Dos nove distritos sanitários especiais indígenas analisados, o Vale do Javari, localizado em uma região de fronteira com a Colômbia e o Peru, apresentou as maiores prevalências para ambas infecções (HIV: 3,38% e sífilis: 1,39%). Esse distrito foi também o que apresentou a maior mobilidade e intrusão, e a menor disponibilidade de serviços pré-natais. O nível de violência também foi classificado como alto.
Além do Vale do Javari, Leste Roraima e Alto Solimões também apresentaram níveis altos dos três fatores de vulnerabilidade (mobilidade, intrusão e violência) avaliados.
Os autores definiram como mobilidade: frequência de interações entre cidades e comunidades e de contato com viajantes, com unidades das Forças Armadas e com as fronteiras do país. Já intrusão foi considerada como a presença de indústria madeireira, agronegócios, atividades de mineração ou áreas de garimpo ou mineração informal dentro ou perto do DSEI. Violência, por sua vez, considerou a existência de casos de agressão física e sexual, assassinatos, ameaças de morte e outras ameaças e disputas de terras.
FONTE: Medscape
terça-feira, 4 de julho de 2017
quarta-feira, 28 de junho de 2017
28 de junho – Dia Internacional do Orgulho LGBTI
28 de junho é o Dia Internacional do Orgulho LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersex), data celebrada e lembrada mundialmente, que marca um episódio ocorrido em Nova Iorque, em 1969. Naquele dia, as pessoas que frequentavam o bar Stonewall Inn, até hoje um local de frequência de gays, lésbicas e trans, reagiram a uma série de batidas policiais que eram realizadas ali com frequência.
O levante contra a perseguição da polícia às pessoas LGBTI durou mais duas noites e, no ano seguinte, resultou na organização na 1° parada do orgulho LGBT, realizada no dia 1° de julho de 1970, para lembrar o episódio. Hoje, as Paradas do Orgulho LGBT acontecem em quase todos os países do mundo e em muitas cidades do Brasil ao longo do ano.
Infelizmente, a perseguição, discriminação e as violências contra pessoas por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero – real ou percebida – não acabou.
Esta data tem o principal objetivo de conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia para a construção de uma sociedade livre de preconceitos e igualitária, independente do gênero sexual.
O Dia do Orgulho Gay também é um reforço para lembrar a todos os gays, lésbicas, bissexuais e pessoas de outras identidades de gênero, que todos devem se orgulhar de sua sexualidade e não sentir vergonha da sua orientação sexual.
Não importa se uma pessoa é heterossexual, homossexual, bissexual, transgênero, travesti ou intersex, o importante é ser respeitada como um ser humano e ter todos os seus direitos garantidos.
segunda-feira, 26 de junho de 2017
sexta-feira, 16 de junho de 2017
quarta-feira, 14 de junho de 2017
Today is the World Blood Donor Day 2017
INFELIZMENTE NA MAIOR PARTE DOS PAÍSES, HOMENS QUE FAZEM SEXO COM HOMENS NÃO PODEM SER DOADORES. FIM À DISCRIMINAÇÃO.
domingo, 11 de junho de 2017
domingo, 4 de junho de 2017
CDC Outlines Options for HIV-Discordant Couples Who Want to Conceive.

HIV-discordant couples — in which only one partner is HIV-infected — have several options for attempting to conceive while minimizing the uninfected partner's risk, the CDC reports in MMWR.
When the woman is HIV-positive, the couple can use autologous sperm intrauterine insemination (IUI) to conceive without putting the man at risk. When the man is HIV-positive, the couple may choose to:
- Use sperm from an HIV-negative donor; this is the safest option.
- Use highly active antiretroviral therapy (HAART) to suppress HIV in the man and have condomless intercourse only near ovulation while the woman is using daily preexposure prophylaxis (PrEP).
- Have the man's sperm collected and "washed" to remove HIV-infected cells. After washing, the sperm are tested to confirm the absence of HIV and then used during IUI or in vitro fertilization. This procedure — which should be used in conjunction with HAART and PrEP — has been performed roughly 11,500 times, with no HIV transmissions to the woman or offspring.
By Amy Orciari Herman
sexta-feira, 2 de junho de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
domingo, 21 de maio de 2017
sábado, 20 de maio de 2017
terça-feira, 16 de maio de 2017
17 de Maio: Dia Internacional contra a Homofobia
Este dia é celebrado desde o ano de 1990, data em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) excluiu a homossexualidade como um transtorno mentalda classificação internacional de doenças. Desde então, o 17 de maio foi escolhido como símbolo de luta pela diversidade sexual, contra a violência e o preconceito.
Com este dia pretende criar-se uma consciência global para o fenômeno da homofobia e transfobia.
Por um mundo sem discriminação, sem violência, sem homofobia, lesbofobia, bifobia nem transfobia.
quarta-feira, 10 de maio de 2017
BRASIL: SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL EQUIPARA HERANÇA DE UNIÃO ESTÁVEL HOMOSSEXUAL COM A DE CASAMENTO CIVIL.
Hoje, dia 10 de maio de 2017, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu equiparar os direitos sucessórios de uma união estável homossexual com a de um casamento civil.
Assim, um indivíduo que mantinha relação homossexual em união estável com outro falecido terá direito à metade de seus bens, como no casamento, e não apenas a um terço, como previsto no Código Civil.
No julgamento, os ministros analisaram o caso de um homem que viveu por mais de 40 anos com seu companheiro e disputava a parcela da herança com a mãe do falecido.
Por 6 votos a 2, a maioria dos ministros entendeu que, apesar de serem institutos distintos, a união estável e o casamento devem ter o mesmo tratamento em relação à herança.
Votaram nesse sentido os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Luiz Fux e Cármen Lúcia.
sexta-feira, 5 de maio de 2017
segunda-feira, 1 de maio de 2017
segunda-feira, 24 de abril de 2017
domingo, 23 de abril de 2017
MSM Remain Hardest-Hit By Syphilis
MSM are experiencing rates of syphilis not seen since before the HIV epidemic. In 2015, MSM made up the majority of primary and secondary (P&S) syphilis cases, and data suggest that an average of half of MSM who have syphilis are infected with HIV.
The only way to avoid getting syphilis or other STDs is to not have anal, oral, or vaginal sex.
Get tested – it’s the only way to know if you have syphilis.
CDC recommends all sexually active gay and bisexual men be tested for specific STDs, including syphilis, at least once a year and more frequently for those who have multiple or anonymous partners (i.e., at 3-to-6 month intervals).
Talk about it! Silence helps to fuel the spread of STDs.
The only way to avoid getting syphilis or other STDs is to not have anal, oral, or vaginal sex.
If you are sexually active, here are some ways to lower your chances of getting syphilis:
- Be in a long-term mutually monogamous relationship with a partner who has been tested and has negative STD test results.
- Reduce your number of sex partners; however, it’s still important that you and your partner get tested, and that you share your test results with one another.
- Use latex condoms the right way every time you have sex. Condoms prevent the spread of syphilis by preventing contact with a sore. Sometimes sores can occur in areas not covered by a condom, so you could still get syphilis from contact with these sores, even if you are wearing a condom.
Get tested – it’s the only way to know if you have syphilis.
CDC recommends all sexually active gay and bisexual men be tested for specific STDs, including syphilis, at least once a year and more frequently for those who have multiple or anonymous partners (i.e., at 3-to-6 month intervals).
Talk about it! Silence helps to fuel the spread of STDs.

segunda-feira, 17 de abril de 2017
NATIONAL TRANSGENDER HIV TESTING DAY, APRIL 18.

This is a day to promote HIV testing, prevention, and treatment for transgender people and encourage local testing events that serve transgender communities.
Ensuring that HIV testing, prevention, and treatment initiatives reach transgender people is important,.
Ensuring that HIV testing, prevention, and treatment initiatives reach transgender people is important,.
As more than 2,300 HIV infections were diagnosed among transgender people from 2009 to 2014.
Of these, 52% were among blacks/African Americans, and 44% were among people living in the South. In particular, transgender women are at high risk for HIV, accounting for 84% of these diagnoses.
An estimated 22% of transgender women in the United States are living with HIV, and the percentage is much higher (an estimated 56%) among black/African American transgender women. Though data are limited, transgender men who have sex with men may also be at high risk for HIV.
quinta-feira, 13 de abril de 2017
Sexual Orientation and Gender Identity Definitions

Sexual orientation
An inherent or immutable enduring emotional, romantic or sexual attraction to other people.
Gender identity
One's innermost concept of self as male, female, a blend of both or neither – how individuals perceive themselves and what they call themselves. One's gender identity can be the same or different from their sex assigned at birth.
Gender expression
External appearance of one's gender identity, usually expressed through behavior, clothing, haircut or voice, and which may or may not conform to socially defined behaviors and characteristics typically associated with being either masculine or feminine.

Transgender
An umbrella term for people whose gender identity and/or expression is different from cultural expectations based on the sex they were assigned at birth. Being transgender does not imply any specific sexual orientation. Therefore, transgender people may identify as straight, gay, lesbian, bisexual, etc.
Gender transition
The process by which some people strive to more closely align their internal knowledge of gender with its outward appearance. Some people socially transition, whereby they might begin dressing, using names and pronouns and/or be socially recognized as another gender. Others undergo physical transitions in which they modify their bodies through medical interventions.
Gender dysphoria
Clinically significant distress caused when a person's assigned birth gender is not the same as the one with which they identify. According to the American Psychiatric Association's Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM), the term – which replaces Gender Identity Disorder – "is intended to better characterize the experiences of affected children, adolescents, and adults."

quarta-feira, 12 de abril de 2017
What is Demisexuality?
According to asexuality.org:
A demisexual is a person who does not experience sexual attraction unless they form a strong emotional connection with someone. It's more commonly seen in but by no means confined to romantic relationships. The term demisexual comes from the orientation being "halfway between" sexual and asexual. Nevertheless, this term does not mean that demisexuals have an incomplete or half-sexuality, nor does it mean that sexual attraction without emotional connection is required for a complete sexuality. In general, demisexuals are not sexually attracted to anyone of any gender; however, when a demisexual is emotionally connected to someone else (whether the feelings are romantic love or deep friendship), the demisexual experiences sexual attraction and desire, but only towards the specific partner or partners.
When describing demisexuality as an orientation to sexuals, sexuals often mistake it as an admirable choice rather than an innate orientation. Demisexuals are not choosing to abstain; they simply lack sexual attraction until a close relationship is formed.
According to one hypothetical model, a person who identifies as a demisexual does not experience primary sexual attraction but does experience secondary sexual attraction. In this model, primary sexual attraction is based on outward qualities such as a person's looks, clothes, or personality while secondary sexual attraction is attraction stemming from a connection, usually romantic, or from status or how closely the person is in relationship to the other.

segunda-feira, 10 de abril de 2017
Governo da Chechênia instala campo de concentração para homossexuais

Autoridades chechenas estariam usando campos de concentração para prender e torturar homens gays. De acordo com denúncias de grupos defensores dos direitos humanos, mais de 100 homens gays foram detidos “em conexão a sua orientação sexual não-tradicional, ou suspeitas disso”. Uma dessas prisões estaria num quartel na cidade de Argun.
De acordo com o jornal The New York Times, gays que vivem na região estão apagando seus perfis em redes sociais, pois policiais estão utilizando perfis falsos para convidá-los para encontros e então prendê-los.
Com uma população predominantemente muçulmana, a Chechênia vive sob o regime do presidente, Razman Kayrov, aliado de Vladimir Putin, que supostamente ordenou a perseguição a LGBTs.
BLACK LIVES MATTER: 5 Reasons Why Black People Are More Affected by HIV.

Today, African-Americans account for only 13 percent of the population but 43 percent of new HIV infections, the majority of those among gay and bisexual men and transgender women.
Why do black people carry the burden of this disease, especially when it didn't start out that way? It's not that African-Americans engage in riskier behavior; in fact, studies have shown they use condoms more and drugs less than their white counterparts. There's actually a confluence of factors that make HIV significantly more difficult to face and overcome in black communities.
Institutionalized Racism
HIV impacts black populations disproportionately because the majority don’t have adequate access to the tools to prevent and treat the disease. Through policies and procedures, institutionalized racism creates a system that implicitly and sometimes explicitly disadvantages people of color.
Poverty
The 2012 US census reported that 28.1 percent of black people are living in poverty compared to the national average of 15.9 percent.The greater numbers of black people living in poverty are, in part, a result of the limited opportunities for upward mobility afforded to them. Often living in poverty means lack of education, lack of access to healthcare, increased risk of substance use and homelessness, and increased likelihood of engaging in sex work as a source of income. All are factors that can increase the risk of acquiring HIV. For those living in poverty who become HIV-positive, priorities do not change. Their concerns on a day-to-day basis are finding and maintaining income, keeping food on the table, and ensuring a place to sleep at night.
Homophobia in the Church
According to the U.S. Religious Landscape Survey conducted in 2007, 87 percent of black people are affiliated with a religion. In the face of racial discrimination and hatred, the black church has always provided a sense of togetherness and belonging. However, when a black person comes out as LGBT, many don’t have that same support. Unfortunately black people in the church still make up a large portion of anti-gay America. Traditionally the black church organizes and rallies when the community is faced with a crisis. However, the response to the HIV epidemic has been slow to nonexistent. The reality is black, gay and bisexual men and transgender women are in a state of emergency when it comes to HIV/AIDS, yet they don’t have the full support of the black community.
Limited Sexual Networks
Black people remain the minority group that has relationships outside of their race the least at 19 percent. This means that the majority of black people have sexual partners who are also black. And given the smaller population size, once the black community was exposed to HIV it spread quicker and the negative impact was and continues to be greater. This means that black people who choose other black partners are more likely to come in contact with someone who is HIV-positive than other people who date within their race. This is especially true in LGBT communities as the CDC has reported that more than 1 in 4 black gay and bisexual men and 1 in 2 black transgender women are testing positive for HIV, compared to .06 percent of the general population.
The Exaggeration of the "Down Low" Brother
The "down low" is a concept rooted in homophobia that leads to misguided assumptions about HIV in black communities. Studies have shown that the majority of black men who have sex with men do identify as gay or bisexual, and those who don’t are less likely to be HIV positive, have multiple male sexual partners and have engaged in unprotected anal intercourse in the past 6 months. The idea of large numbers of black men being on the down low does a disservice to the community as a whole. It implies that being gay or bisexual is something to be ashamed of and it assumes that if you are an HIV-positive man who identifies as heterosexual you must be lying about who your sexual partners are. If you are an HIV-positive woman then you must have had sex with a man who wasn’t honest about his sexual partners, which eliminates the possibility of bisexuality and makes the woman a victim and void of the ability to empower herself and require protection during sex.
sexta-feira, 7 de abril de 2017
WHO: Let’s talk about depression – focus on adolescents and young adults
Depression affects people of all ages, from all walks of life, in all countries. It causes mental anguish and impacts on people’s ability to carry out even the simplest everyday tasks, with sometimes devastating consequences for relationships with family and friends. It also affects people’s ability to work and study. At worst, depression can lead to suicide, now the second leading cause of death among 15-29-year olds. Yet depression can be prevented and treated. A better understanding of depression will help reduce the stigma associated with the condition, and lead to more people seeking help.
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Porque me quiero me cuido, Porque te quiero te cuido
O teste de AIDS não deve ser feito de forma indiscriminada e a todo o momento. O aconselhável é que quem tenha passado por uma situação de risco, como ter feito sexo desprotegido, faça o exame.
Quanto tempo depois de infectado com o HIV o teste passa a dar positivo?
Pelo menos três meses depois da relação sexual
O exame só deverá ser feito após três meses de a pessoa ter se exposto a alguma situação de risco [sexo sem camisinha, compartilhar agulha com outras pessoas etc]. Ou seja, depois da janela imunológica: período em que seu corpo ainda não produziu anticorpos suficientes para serem detectados, podendo dar um resultado falso-negativo.
No entanto, quem se expôs a uma situação de risco deve repetir o teste após seis meses da exposição. Os sintomas da Aids podem demorar até dez anos para aparecer, por isso não adianta ficar esperando pelos sintomas, não vacile! Faça o teste da Aids.
Para detectar o HIV, é necessário fazer um exame em laboratório, o teste anti- HIV que pode ser realizado sem prescrição médica nos CTA [Centros de Testagem e Aconselhamento], em laboratórios particulares e em serviços de saúde pública.
Os CTA contam com médicos, enfermeiros e psicólogos que acompanham a pessoa antes e depois do exame. Tudo de maneira sigilosa e gratuita. O exame é feito por meio da coleta simples de sangue, com material descartável, e não é preciso estar em jejum.
O HIV pode ser transmitido:
• Por relações sexuais desprotegidas (sem o uso do preservativo), anais, vaginais e orais;
• Pelo compartilhamento de agulhas e seringas contaminadas;
• De mãe para filho durante a gestação, o parto e a amamentação;
• Por transfusão de sangue
sábado, 1 de abril de 2017
Descanse em Paz: Morre aos 65 anos o criador da bandeira LGBT.
Gilbert Baker, criador da bandeira arco-íris, símbolo da comunidade LGBT, morreu aos 65 anos nesta sexta-feira, 31, em Nova York.
Nascido no Kansas em 1951, Baker entrou para o Exército em 1970 e foi morar em São Francisco em plena época de efervescência do movimento pelos direitos civis e das mulheres, assim como reivindicações dos direitos dos homossexuais.
Após deixar o Exército em 1972, Baker ficou em São Francisco, onde começou uma carreira como artista que teve a bandeira do arco-íris (1978) sua criação mais célebre e que se converteu também em um símbolo recorrente de sua obra.
O símbolo foi desenhado no desfile do orgulho gay em 1978 quando foi eleito o primeiro representante declaradamente homossexual nos Estados Unidos. Harvey Milk, o representante da causa, pediu a Baker um símbolo para representar o grupo.
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