Trata-se de um blog voltado para a promoção da saúde de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, 'questioning' e interssexo. Por uma Diversidade na Comunidade, Por uma Diversidade Inclusiva na Sociedade, Por Justiça Social.
sexta-feira, 17 de maio de 2019
quinta-feira, 16 de maio de 2019
45 Dias Sem Você | Trailer Oficial
SINOPSE E DETALHES
Não recomendado para menores de 12 anos
Ao sofrer uma grande desilusão amorosa depois de aguardar por 45 dias um amor que nunca retornou, o jovem Rafael (Rafael De Bona) decide romper as próprias barreiras e embarca em uma inesperada viagem. Seu objetivo principal é ir até três locais diferentes, encontrar com três amigos que também optaram por abandonar suas vidas por outras razões.

quarta-feira, 15 de maio de 2019
Carta Para Além dos Muros | Trailer Oficial
Carta Para Além dos Muros reconstrói a trajetória do HIV e da AIDS, com foco no Brasil, por meio de entrevistas com médicos, ativistas, pessoas vivendo com HIV e diversos outros atores, além de farto material de arquivo. Do pavor inicial às campanhas de conscientização, passando pela discriminação imposta aos doentes, o documentário mostra como a sociedade encarou essa epidemia devastadora ao longo de duas décadas. Com base nessa abordagem histórica, o filme trata do modo como o HIV é encarado na sociedade atual, revelando um quadro de desinformação e discriminação persistentes, que atingem sobretudo as populações mais vulneráveis.
O documentário investiga o porquê da evolução no tratamento do HIV não vir acompanhada da mudança de mentalidade em relação à infecção. Um dos depoimentos retratados no filme, da imunologista Márcia Rachid, resume bem este desafio: “falar de HIV hoje tem o mesmo mistério de 35 anos atrás. Não pode!”.
André Canto, o diretor, entrevistou especialistas, pessoas que vivem com HIV, personalidades e autoridades. Estão no documentário nomes como os ministros da saúde que foram chave para que o Brasil se tornasse uma referência na resposta à epidemia, José Serra e José Gomes Temporão; os médicos Dráuzio Varella, Ricardo Tapajós, Ricardo Vasconcelos e Rosana Del Bianco; a apresentadora Marina Person; Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, além de jovens que se tornaram a nova voz desta epidemia..
“Contar a história da epidemia de aids significa tocar nos medos e nas memórias soterradas de pelo menos duas gerações. Dezenas de milhões de pessoas chegaram à vida adulta no Brasil dominadas pelo pavor de serem infectadas pelo HIV. Os gays viveram um medo duplo, tanto pela doença, que no início os afetava quase que exclusivamente, quanto pela discriminação que já sofriam. Uma combinação que só contribuiu para aumentar ainda mais o clima de incompreensão acerca do HIV”, explica Canto.
“Apesar de todos os avanços no tratamento e no entendimento da doença, muito desse medo e dessa incompreensão ainda persiste. O filme não é um trabalho psicanalítico, nem um relatório informativo sobre o HIV e a aids. Ele se propõe a ser um estopim, para tocar algo que permanece inconsciente no espectador, para mobilizá-lo, para instigá-lo a uma reflexão importante e incontornável sobre o HIV em nossa sociedade, para provocar uma mudança de postura e perspectiva sobre a história da aids e sobre a realidade atual do HIV”, conclui o diretor.
EM BREVE NOS CINEMAS.

segunda-feira, 6 de maio de 2019
Mulher transexual é assassinada a pauladas em São Paulo. Uma testemunha contou que antes de ser morta a pauladas, Larissa foi atropelada pelo assassino.
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| Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal |
Larissa Rodrigues da Silva, uma transexual de 21 anos, foi morta a pauladas por volta das 21h10 de sábado (4) na Alameda dos Tacaúnas, no bairro da Saúde, na Zona Sul de São Paulo. O caso foi registrado como homicídio no 27.º Distrito Policial (Campo Belo). O agressor fugiu.
Uma testemunha contou à polícia que estava com a vítima, quando um homem não identificado em um carro quase os atropelou. Posteriormente, o autor retornou com o veículo, desembarcou com um pedaço de madeira, golpeando a vítima com o objeto.De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, policiais militres foram acionados para atender a ocorrência de agressão e encontraram Larissa caída. Ela foi socorrida por uma ambulância ao Hospital Municipal Doutor Arthur Ribeiro Saboya, na mesma região, mas não resistiu aos ferimentos indo a óbito. Seu corpo será enterrado em Fortaleza.
quinta-feira, 2 de maio de 2019
quarta-feira, 1 de maio de 2019
domingo, 28 de abril de 2019
Curso: Corpo, Gênero e Sexualidade em São Paulo pela Associação Paulista de Saúde Pública.
Descrição:
Qual é o papel do gênero na sociedade? Qual a diferença entre gênero e sexualidade? Como nos apropriamos do nosso próprio corpo? Será que é possível pensar no gênero como categoria de análise isolada? Como ele se intersecciona com raça/etnia e classe? Como esses marcadores influenciam a saúde?
Abordaremos essas questões ao longo de seis encontros, discutindo conceitos básicos sobre gênero e sexualidade, com o objetivo de estimular o debate e proporcionar uma reflexão crítica do tema para além do campo da saúde.
Data: 09/05 a 23/05 (terças e quintas-feiras)
Programação:
07/05 – Gênero e sociedade
09/05 – Vertentes da sexualidade
14/05 – Direito ao corpo
16/05 – Saúde LGBT+
21/05 – Interseccionalidade: determinantes estruturais da saúde
23/05 – Rota Crítica
07/05 – Gênero e sociedade
09/05 – Vertentes da sexualidade
14/05 – Direito ao corpo
16/05 – Saúde LGBT+
21/05 – Interseccionalidade: determinantes estruturais da saúde
23/05 – Rota Crítica
Local: Rua Cardeal Arcoverde, 1749, 7º andar – Pinheiros, São Paulo – SP | Horário: 19h às 22h20
Público-alvo: Trabalhadoras(es), graduandas(os) e pós-graduandas(os)
Vagas: 30 (a inscrição só será confirmada após o envio do comprovante de pagamento)
Valor da inscrição: R$100,00
Vagas: 30 (a inscrição só será confirmada após o envio do comprovante de pagamento)
Valor da inscrição: R$100,00
Os valores deverão ser depositados na seguinte conta:
Banco do Brasil
Agência: 6806-3
CC:3108-9
CNPJ: 51.717.445/0001-28
Banco do Brasil
Agência: 6806-3
CC:3108-9
CNPJ: 51.717.445/0001-28
ENCAMINHEM OS COMPROVANTES PARA: gesa.apsp@gmail.com
Isenção: as pessoas que desejam isenção da taxa de inscrição devem enviar o formulário de solicitação de isenção segundo o modelo até 22/04 para o endereço de e-mail: gesa.apsp@gmail.com
https://bit.ly/2Z1Z4iz
https://bit.ly/2Z1Z4iz
Contato para dúvidas e mais informações: gesa.apsp@gmail.com
quarta-feira, 24 de abril de 2019
sábado, 20 de abril de 2019
sexta-feira, 19 de abril de 2019
População indígena no Brasil enfrenta dificuldades de acesso à diagnóstico e tratamento para HIV.
Cerca de 80% da população indígena brasileira vive em aldeias e tem dificuldades em acessar os centros de saúde com a frequência necessária. Segundo a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) “é preciso entender melhor quais são os obstáculos e os desafios dessa população, para que possamos avançar na gestão da saúde indígena”.
Estima-se que existam 370 milhões de pessoas indígenas no mundo. Quase 900 mil delas estão no Brasil, onde há o maior número de comunidades da América Latina – 305, segundo o relatório Povos Indígenas na América Latina. No Brasil o número de indivíduos nessa população é de aproximadamente 897 mil indivíduos.
Dados da Sesai mostraram que o número de casos diagnosticados de aids dobrou do ano de 2015 para o ano de 2016. Eram 6 casos em 2015 e no ano seguinte foram diagnosticadas 12 infecções. No entanto, estima-se que há uma grande subnotificação devido a dificuldade de acessar os povos que vivem em áreas mais isoladas.
Segundo a Sesai, uma das razões para o aumento de doenças nessa população acontece devido ao desconhecimento sobre as doenças, abuso de álcool, viagem de indígenas a centros urbanos, além de fatores externos, como a ocupação ilegal de não-indígenas, o trabalho de missões religiosas e a presença das Forças Armadas em áreas remotas.
A crise venezuelana fez com que centenas de indígenas procurassem o Brasil para que pudessem ter acesso à saúde. “Se todo o país está em risco, as comunidades indígenas estão ainda mais, porque vivem em condições sanitárias extremamente precárias”, comentou Marianella Herrara, diretora do Observatório Venezuelano da Saúde (OVS).
A prevalência do HIV chega a 10% em algumas comunidades. “Nas pequenas, quase todos os homens entre 16 e 23 anos têm o vírus”, afirmou o médico holandês Jacobus de Waard, do Instituto de Biomedicina da Universidade Central da Venezuela, que trata dos warao, etnia que mais procurou por refúgio no Brasil e que, hoje, conta com um acampamento na cidade de Boa Vista, em Roraima. “Em algumas comunidades, 35% da população adulta masculina está infectada. Em relação às mulheres, os casos chegam a 2%”.
A porcentagem de infecção nessa população é significativa, já vez que a prevalência do vírus do HIV na Venezuela é de 0,6%, de acordo com números da Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids).
“A maioria das infecções por HIV começam como um tipo viral chamado R5 e, à medida que a doença avança, o vírus se transforma em X4. Essa variante é muito mais agressiva, porque leva a um estado de deficiência imunológica mais rapidamente”, explica Héctor Rangel, biólogo, do IVI, que também participou da pesquisa. Segundo ele, 90% dos warao têm o vírus X4 e isso não é comum nem na América Latina nem no resto do mundo.
Nos últimos três anos, os cuidados com a saúde indígena têm sofrido cortes nos orçamentos. Em 2017, o Ministério da Saúde empenhou R$ 1,8 bilhão para promoção, proteção e recuperação da saúde desses povos. No ano passado, o valor aplicado para essas mesmas atividades foi de R$ 1,54 bilhão. Para 2019, está previsto um número ainda menor, de R$ 1,4 bilhão.
O portal da Sesai garante que todas as comunidades indígenas são atendidas. “Atualmente, contamos com 13.989 profissionais para garantir a assistência primária à saúde e ao saneamento ambiental nos territórios indígenas. São 360 polos base e 68 Casas de Saúde Indígenas (Casai), que atendem a 305 etnias, de povos de 274 línguas e 597 terras indígenas”, detalha.
Dados da Sesai mostram que os atendimentos indígenas aumentaram 400% nos últimos quatro anos. Entre 2014 e 2018, a secretaria específica para essa população contabilizou 16,2 milhões de assistências (vacinação, saúde bucal, vigilância alimentar e nutricional, consultas de pré-natal, de desenvolvimento infantil e de promoção da saúde). Em 2014, foram 1,1 milhão de atendimentos. Até novembro do ano passado, dado mais recente, 5,6 milhões.
FONTE: AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS
http://agenciaaids.com.br/
http://agenciaaids.com.br/
EXPOSIÇÃO O.X.E.S, DE ADRIANA BERTINI, NO ESPAÇO OPHICINA.
Na última terça-feira, dia 16 de abril, a exposição O.X.E.S foi lançada no Espaço Ophicina com obras da artista Adriana Bertini. A instalação conta com 54 objetos que inclui obras tridimensionais, colagens, moda, audiovisuais e séries de fotografias.
Há mais de 23 anos, Adriana Bertini vem rompendo com tradições e tabus ao transformar objetos do cotidiano em obras de arte e instalações para despertar a conscientização social sobre sexualidade e prevenção ao HIV e ISTs junto das populações vulneráveis. Seu manifesto artístico é um referência internacional na luta contra o HIV e AIDS.
#SAÚDE SEXUAL
#PROMOÇÃO DE DEBATES EDUCACIONAIS
# PROMOÇÃO DE INFORMAÇÕES E MÉTODOS DE PREVENÇÃO
#ADESÃO AO TRATAMENTO AO TRATAMENTO DO HIV
#INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS.
R. Teodoro Sampaio, 1109 - Pinheiros, São Paulo - SP, 05405-100
quarta-feira, 10 de abril de 2019
DICA DE LEITURA: ELES de VAGNER AMARO.
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| Vagner Amaro |
Este livro é publicado pela Editora Malê (https://www.editoramale.com/) e também se encontra à venda nas melhores livrarias.
terça-feira, 2 de abril de 2019
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